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 Montanhas e campos dinamarqueses

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MensagemAssunto: Montanhas e campos dinamarqueses   Dom Maio 19, 2013 12:45 am

Os campos, como em todo lugar da Escandinávia, eram maravilhosas paisagens verdejantes no verão e em tempos quentes; mas se tornavam pesadas paisagens brancas no inverno, quando a neve cobria toda a paisagem.
Tais campos faziam parte do cotidiano de todo escandinavo, seja para colheita, para treinamentos (no caso dos homens), para passeios ou para quaisquer outros fins.


Campo dinamarquês

As montanhas também eram vivas no verão; e pálidas como a morte, no inverno. Eram, como na maioria dos lugares da Escandinávia, lugares para adoração aos deuses, e também faziam parte de trilhas de rituais religiosos.
Os nórdicos não pensavam, é claro, que os deuses moravam ali - mas acreditavam que nas montanhas, obtinha-se mais calmaria, longe das outras pessoas, e mais perto dos céus (onde estariam alguns dos outros nove mundos do Yggdrasil; sendo Asgard pertencente aos deuses).


Montanha dinamarquesa no inverno


Montanha dinamarquesa no verão
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Lorde Doocy
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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Sex Jun 07, 2013 11:38 pm

Se passaram 999 anos de história, mas Doocy ainda estava em pé, embora velho. Se não bastasse, havia se tornado líder duma comunidade isolada, porém muito produtiva, na Escandinávia, pelas quais sua "etnia" (para não dizer espécie logo de cara), após certo, mas curto período de existência pela Europa, já possuía poder suficiente para se igualar às maiores potências mundiais no quesito militar. Estavam separados apenas por um único e certo motivo, retornar aos países suas culturas de direito, destruir o Cristianismo duma vez por todas e, era claro, provar que as culturas originais eram muito mais importantes para a formação dos povos que uma mera aculturação repentina.
Doocy passou mais da metade da vida, ou pelo menos os últimos três séculos e meio pelo menos, estudando Magias. Tornou-se um Mago sábio e poderoso, mas sabia que usaria a imensa leva de conhecimentos outrora obtida por seu conhecimento quando fosse certo o momento. A "Igreja Católica" seria pega de surpresa. Seus "padres", "Cristãos" e "meros seguidores" sentiriam as consequências. E quando as sentisse, seria tarde demais para que uma reversão fosse possível. Sim, havia passado os últimos 350 anos de sua vida insano o suficiente para tentar quaisquer coisas contra a crescente aculturação cristã Européia, pois, era óbvio, aquilo tudo já bastava.

Doocy não estava a sós em sua jornada, era claro, porque direta ou indiretamente possuía a contrubuição do único filho, Gherant Daqn, em terras Inglesas, para realizar todo o certo "trabalho sujo" segundo a suas vontades. Ele possuía enviados até mesmo aos territórios Búlgaros e Romanos, embora pela Bulgária, ao momento pelo menos, ele soubesse que a situação ainda era controlada - e o povo se esbanjasse, sim, de uma vida clássica como se esbanjaram desde suas origens. O problema maior a se preocupar, claro, era a Inglaterra. Ela havia se tornado Cristã graças a Arthur, Rei que tanto repudiava pela covardia e falta de ousadia em combater incursões aculturadoras repentinas.
E possuía a própria esposa, de ao menos 754 anos, avidamente lhe apoiando como uma das mais distintas Magas da região. Podia-se dizer que controlava cidadelas estritamente de sua "etnia" (novamente para não mencioná-los tão prematuramente como espécie) por uma certa, mas vasta, porção costeira Escandinava praticamente inacessível pelos Vikings, e isso garantia ambos os povos sempre distintos sem maiores, ou menores que fossem, aculturações.
Podia-se dizer que juntos, Doocy e Dannah Doocy eram seres implacáveis com o que faziam. Mas não apenas isso: eles eram exímios lutadores. Já haviam derrubado várias cabeças cristãs por toda a Europa em suas viagens. Até podiam ser considerados grande preocupação pela Igreja, porém não havia como condená-los: conseguiam se camuflar ao ponto indetectável em questões tanto visuais como identidade pessoal. Porém isso, sabe Doocy, não é garantia de que sua quest considerada maluca um dia vá ser realizada com extrema precisão...

=/=

ESCANDINÁVIA - PRIMAVERA - PERÍODO QUENTE

Doocy está calmo. Aliás, ele sempre foi um homem tão calmo que, nem mesmo aqueles que mais percebessem detalhes, conseguiriam decifrar seus pensamentos insanos para os Cristãos e quem os apoiasse. Mas, por que tanto ódio? Porque detém tanto enjoo e nojo da nova crença que apenas se espalha ao redor do mundo? Oras, é simples: Arthur, Rei do Reino Unido a não menos de duzentos anos, havia se convertido às crenças cristãs sem se identificar capaz de preservar a cultura inglesa original, causando desagrado por parte dos ingleses mais conservadores.
E ele É um dos conservadores. Claramente não está no Reino Unido para tentar em pessoa uma reversão de valores porque possui Gherant por lá para fazer seu trabalho. Desde então, concentrou-se apenas em formar um exército considerável. Está disposto a realizar uma "Cruzada anti-Cristã" pela Europa, quando a hora chegar, tendo em mente suas várias pretenções insanas e tentativas macabras para reestipular os ideais não-Cristãos na mente e coração dos cidadaos europeus.

Toma um chá frio, observando a paisagem bastante florida, que forma o quintal de sua tão venerável casa. Por alguns instantes ele observa as ruas pacatas da cidadela formada em não mais do que dez anos pela região. Há comércio. Há todas as coisas para que seu povo se vire e seja independente nesta batalha.
Uma grandiosa batalha está por vir, e ele sabe disso. Havia recebido várias e várias cartas locais, ou não, de apoiadores ferrenhos ao movimento contra a Igreja Católica. E está, sim, lendo as mensagens. A cada leitura, uma pausa. A cada pausa, uma reflexão.
Possuía consigo, claro, conselheiros pessoais. O mais importante é Khalrrhenx Edvald (nome sem nenhuma origem conhecida, talvez próprio). Ele se aproxima.

- Temos uma situação.

- E qual tipo de situação estamos falando, Edvald?

Reticente.
Trás consigo algumas cartas que haviam sido recebidas a poucas horas.
Por fim, as mostra, colocando-as na mesa.

- São do seu filho. Ele reporta estar "se preparando".

- Ótimo. Quanto antes estiver preparado, mais cedo teremos a Inglaterra ao nosso favor. E eu quero que me mantenha informado.

- É claro.

Edvald parte. Talvez tenha ido para as entranhas da casa, em seu "escritório" pessoal, que tanto admira por conter objetos, na maioria das vezes, desconhecidos pela maioria da população.
Doocy abre as cartas, largando as outras sobre a mesa. No que lê, percebe que Gherant está se empenhando como pode para influenciar os políticos ingleses a fazerem um imenso trabalho sujo contra o Cristianismo.
Ele sabe que isso VAI resultar em uma guerra, porém estará preparado para quando ela vier.
Subitamente, grita pela esposa:

- DAAAAAAAANNNAAAAAAAAAAAAAAHHHHH!!!!!!!!!!! Come here.


(O restante das ações virão após um CV para que o post não fique MUITO grande)
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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Sab Jun 08, 2013 11:35 pm

A cidade mencionada por Lorde Doocy se chama Thrymrm.

Thrymrm localiza-se na verdade distante dos centros ocupados pelos outros povos que se localizam na Escandinávia, conferindo total isolamento entre os grupos étnicos e entre as espécies aqui envolvidas. Tanto que, pelo tempo em que existiu, a cidade jamais foi vista e visitada pelo povo Nórdico. Idem a quem mora por aqui, povo seleto e educado para não interferir na cultura dos outros.

É modesta. É um ponto-chave de conexão por mar possuído pela civilização referida pelo Lorde. Mas como quaisquer cidades e centros urbanos Medievais, costuma ser não TÃO grande: a população equivale a 120 mil habitantes, quase igual a Londres na Inglaterra, e tal população sobrevive imensamente da pesca e comércio pelos mares com outros locais da Europa. As ruas foram planejadas, talvez uma das poucas cidades realmente feitas de maneira a adequar os residentes.

O planejamento não permite bagunça tremenda geralmente vista quando se juntam as pessoas (civis) mais os comerciantes. Ao longe, os campos dinamarqueses e suas belas montanhas podem ser muito bem vistas. O centro urbano de nada interfere quanto a eles, visto que é localizado apenas pela costa Dinamarquesa e não para dentro de seus territórios. Com estruturas de arquitetura própria sem adaptações dos outros povos, é uma das tantas ocupações desta espécie a serem concebidas ao passar dos anos.

Por fim, a casa do Lorde se localiza frente a um centro comercial organizado, feito em prédios adaptados especialmente a eles, embora não existam empresas nem de fato indústrias operando por aqui (não existiam Indústrias propriamente ditas durante a Era Medieval. Embora... Esta civilização, sim, esteja próxima de concebê-las). Pelas ruas próximas à residência, o movimento é modesto. Trata-se duma zona comercial organizada, como é conhecida dentre este povo.
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Dannah Daqn

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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Dom Jun 09, 2013 11:55 pm

- Por que tamanha preocupação comigo, Doocy? *NÓS* já fizemos muitos esforços para a mudança cultural da Europa e penso comigo mesma que, by now, nosso objetivo é sentar e assistir ao que nossos compatriotas farão. Farão bem? Eu não sei, mas espero que eles tenham se tocado um pouco quanto a seriedade do assunto.

Dizia Dannah enquanto calmamente aparecia, bebendo um copo de bebida até que forte para manter-se atenta a todas as coisas. Uma pessoa considerada forte para sua espécie, ela cresceu sendo treinada nas artes das Magias pelo próprio pai, KtórrH Mnahá. É claro que a esta altura do campeonato, Mnahá já está falecido e devidamente enterrado numa tumba de destaque a vários milhares de quilômetros dentro da Inglaterra, mas sim, é uma pessoa merecedora de elogios. Até seria, por ela, considerado uma divinidade, mas costuma não nomeá-las. Até porque nomear divinidades é a mesma coisa que estar tendo o árduo trabalho de criar sua própria religião com seus próprios dilemas e crenças. Isto na verdade um dia será verdade para a sociedade pelas quais provém que JÁ tem as próprias crenças em separado.
É considerada a pessoa mais séria da civilização (espalhada pela Europa graças ao espírito exploratório natural dos membros) após Doocy. É uma das poucas personalidades que de fato conseguem impor ordem, mesmo Leis comuns, a serem seguidas pelos semelhantes. E enquanto é indiferente em relação às outras espécies/raças, preza a pureza racial, especial (de espécie) e cultural total do que é seu por direito. É por isso que uniu-se ferrenhamente na luta contra o aculturamento religioso imposto pelos Cristãos e não apenas eles, mas as etnias cujas tendências são obrigar os outros a seguirem as coisas que bem desejam. Por fim, é uma exímia lutadora, muito igual a Doocy, muito igual a normalmente toda a classe considerada guerreira. Porém, seu histórico em batalhas parece escasso, talvez perdido ou escondido para que não se torne publicamente conhecido.

Usa uma capa preta que cobre o corpo dos pés à cabeça, muito igual ao marido que, no entanto, parece preferir a cor azul ou roxa de vestimenta. Ela também possui 758 anos. É uma das pessoas mais velhas a serem conhecidas na atualidade, mas possui face não superior aos 35 anos graças à pequeníssima susceptibilidade de sua espécie a aparentar idade.
Senta-se próxima, mas não junto de, Doocy, observando a cara mal humorada comum que ele apresenta quase todos os dias. Termina de beber aos poucos, mas aproveita e pega o segundo copo; consegue beber vários copos sem ficar bêbada graças à resistência natural ao álcool que possui, uma imensa vantagem sobre a grande maioria das pessoas. Por fim, continua a dizer:


- Descanse. Que os *MEUS* emissários e mensageiros estão fazendo o trabalho sujo por agora e conseguirão informações *PRECIOSAS* a respeito dos países Cristãos, não duvide de mim. Desconfio que nos próximos anos teremos nossa Primeira Cruzada Contra esses nojentos.

Permanece séria, sem expressões faciais aparentes. E não precisa: quem será o expectador das vantagens de uma vida normal sem os Cristãos será a população em si. Ela mesma não quer gastar tempo caçando pessoalmente os certos dissidentes do Paganismo Inglês, mas enviará guerreiros especializados em assassinatos para cobrir sua falta. Prevê a maior guerra da sua vida... Conseguindo arcar com todos os desafios ainda a serem vistos e impostos, lógico, uma vez que planos futuros são arriscados demais para serem uma tão confiável verdade a se realizar.
Sim, aguarda pelas respostas e reações de Doocy olhando diretamente a ele, enquanto um raio de Sol, aparecido há pouco graças ao Sol poente, lentamente cruza apenas a parte visível da sua face. Ele saberá o que dizer. Saberá quais as palavras finais. Mas por hora, a opção está em aguardar os próximos movimentos dos Cristãos para procurar pelas suas fraquezas mais inesperadas.
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Lorde Doocy
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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Seg Jun 10, 2013 11:07 pm

"Emissários"? Desde quando possui emissário sendo que o trato inicial foi de apenas UM deles dirigir as ações para que as mesmas não se tornassem muito duvidosas? - Pensa e repensa Doocy, sem desdéns entretanto, e permanece tão sério quanto uma pedra. Não é um homem de rir, tampouco contar vantagens para os outros, mas, de fato, Dannah já vai mais ou menos longe com essa história de emissários. Ela até pode estar exacerbando - algo já esperado desde que ele começou seus esforços para formar exércitos poderosos - mas que ajuda, ajuda. Muito. Como mais do que nunca todos precisam ater-se uns aos outros para formarem as ações mais corretas para que no final das contas a possível e quase inevitável série de batalhas seja vencida, permanece ainda mais quieto.
E não precisa descansar. Seu descanso maior virá apenas quando receber confirmação de que a Fé Cristã foi eliminada com sucesso do mapa Europeu completo. Ele está disposto a gastar exércitos muito grandes em sucessivas abordagens aos postos avançados dos países Cristãos forasteiros. E está disposto a conquistá-los um por um. O que surpreende, de fato, é que os objetivos finais de Doocy não são se tornar Imperador. Responde:

- Já é de décadas sabido que só descansarei quando meus objetivos de salvação para a Europa forem conquistados.

- E fiquei curioso. De onde arranjaste emissários? Já que agora os tem, espero que faça o tão esperado bom uso da arma que possui em mãos. Nós não temos mais tempo a perder.

Continua sentado e, por mais que não queira alguma bebida, separa um copo, deixando-o próximo para, caso sentir desejos de beber em pouco tempo, não perca tempo atrás de um. Doocy matuta como nunca. Aliás, ele precisa: sem sua mente brilhante em ação, quem estaria por trás daquela armação? Quem seria o primeiro a demonstrar coragem acima de tudo para fazer frente diretamente às normas e demandas destrutivas da Igreja? Quase nenhum homem na Terra.
Além de tudo, com a aparência tão impositora que possui, tendo herdado o título de Lorde passado através das milhares gerações que sua espécie esteve viva e tudo mais, não é de se espantar que possua objetivos considerados até mesmo arriscados para a própria segurança pública européia. Ir de encontro direto ao poder da Igreja daquela forma? Não - ninguém AINDA havia tentado.
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Dannah Daqn

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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Qua Jun 12, 2013 12:40 am

- Oras, você pensa conseguir controlar a tudo e tudos *MUITO* fácil, não é mesmo?

- Não estamos por essas terras nórdicas sem objetivos a serem cumpridos. Eu penso que se estamos tão distantes de onde viemos, então temos um propósito a cumprir e iremos cumprir, porém com ajuda mútua do nosso povo.

E continuava bebendo uma cerveja para passar o tempo, observando a face empalidecida, velha claro, do marido. É certo que desde o momento em que Doocy se tornou obcecado em exterminar o Cristianismo, precisou ele tomar decisões difíceis em sua vida. Uma delas foi praticamente abandonar todas as propriedades que uma vez possuiu pelos campos ingleses, doando-as às pessoas mais confiáveis. Precisou quase vender sua própria casa. Precisou se apagar do mapa europeu, mundial, para que não levantassem suspeitas. Uma mudança de vida extrema, sem sombra de dúvidas, mas que jamais perdeu o controle das situações em Londres graças ao filho único dos dois, que permanece na cidade sem levantar suspeita alguma.

Bebe mais alguns goles. Antes que possa ficar bêbada, antes que possa começar a desviar assuntos sem explicações e antes que possa aprontar confusões desnecessárias, para. Se bem que até mesmo ela havia se tornado obcecada aos mesmos interesses de Doocy, foi perceber apenas dos meses passados em direção ao presente. No final das contas, ela quer organizar uma "Cruzada" anti-Cristã envolvendo milhares de seguidores fiéis ao não-Cristianismo em direção às terras sagradas em Roma, justamente onde a sede da Igreja e o Papa costumam permanecer. Atravessarão todos os obstáculos. Derrubarão quantos forem precisos. Vira-se espontaneamente para Doocy...


- We're talking about serious stuff here, Doocy.

- Eu arranjei emissários especialmente para que nossa mensagem possa ser enviada mais corretamente para todos os cantos da Europa evitando ser interceptada por caravanas de cunho cristão... Você sozinho não vai dar conta, aposte. Tudo o que precisamos... É arranjar pessoas dispostas o suficiente para ir com bravura em direção às terras Romanas atacá-las sem pensar duas vezes, mas com consciência. De nada adianta gastar vidas, não ter o retorno esperado e ainda por cima sermos perseguidos incessantemente pelos fiéis "Católicos", certo?

Havia tido oportunidades de entrar em contato com o "Livro Sagrado" usado pela Igreja há seis anos. As premissas são ridículas demais para serem seguidas tão séria e cegamente pelas pessoas. Está óbvio que o que querem é alienar. É levar o povo a crer em ideologias por si mesmas falhas. É levar o povo a rejeitar sua história, apagando-a como se nunca ela existisse. Absurdo! É preciso bloquear o avanço do veneno derramado pela Europa há oitocentos anos o quanto antes.
Aguardava as respostas devidas de Doocy, esperando que, sabiamente, ele fosse dizê-la palavras mais calmas e menos precipitadas. É a hora em que eles menos podem pensar em brigar. Ou discutir. É a hora em que todos precisam de ajuda mútua. Prevê ela que em quatro anos ou menos tudo esteja pronto.
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Lorde Doocy
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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Qui Jun 13, 2013 12:02 am

- Não, mas tenho direito de controlar a maior parte do movimento porque quem idealizou suas premissas foi eu. Estamos, estou, pelas terras Nórdicas para conseguir aliados. E eles aqui refutam os ideais do Cristianismo muito igual a eu, você, nossos semelhantes. Poderia eu estar na Bulgária, lá eles também não são cristãos. E até mesmo poderia eu ter mantido meus contatos origiais e permanecido no Reino Unido já que sou conhecido por toda a classe conservadora Britânica e tenho grande apoio. Mas não. Preferi largar mão de minha vida para me dedicar apenas a isso. De meus negócios em Londres e região cuida Gherant - ele não ficou para trás sem propósitos.

- É lógico que estamos falando sobre coisa séria. Mas coisas sérias sem o devido apoio... Jamais pode ser considerado algo sério, visto que as pessoas corretas precisam, mais do que nunca, estar dentro dos planos.

Doocy sempre estará entusiasmado com seus planos até que eles, de fato, consigam, sim, serem acomodados dentro do previsto. Não existirá meio-termo, muito menos segundas e terceiras chances. É uma tentativa apenas, certeira, com alcance por todo o continente da Europa para que todo o Oriente fique sabendo do final trágico das ideias venenosas do que é chamado Cristianismo. Em outras palavras: quer mudar a História por não permitir o avanço da Igreja pelos territórios, países e impérios do mundo, tarefa de longe tida por fácil, mas possível com um bom número de seguidores, exércitos, disposição, pessoas com propósitos. Ainda não conseguiu contatos diretos com o povo Nórdico, embora esteja já arranjando Mensageiros capazes de entender os idiomas locais para estabelecer contatos com possíveis interessados na preservação da cultura original.
Ele SABE que EXISTEM mais pessoas dispostas a lutar CONTRA que A FAVOR dos ideais da Igreja até porque ela se usa de métodos brutais para impor suas crenças aos não-crentes. Uma religião considerada nova, mas violenta? Opressora? Não deve ser seguida. Deve ser usada de exemplo venenoso aos povos para que vejam quão danosos são os efeitos colaterais trazidos por aqueles falsos "donos da verdade", e preconceituosos: Doocy sabe disso. Cristianismo é a religião mais preconceituosa que já ouviu falar. Pois não respeita as crenças alheias. E as destrói.

Responde Dannah momentos após sair do ciclo de pensamentos metódico a respeito dos cristãos:

- Isso é excelente, boa notícia. Já que eu estou operando em Terras Nórdicas, enviando os Mensageiros certos para dar um ultimato aos povos daqui para ver se entendem nosso lado, você pode enviá-los para as terras Búlgaras e Ingleses remanescentes. Gherant não está participando diretamente nesses movimento, ele mexe com os políticos para tentar tornar as práticas Cristãs *ILEGAIS* pela Grã Bretanha. 

- Este é o foco. Ok? Um opera pelas terras Norte Européias, o outro, ao Sul.
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Dannah Daqn

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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Sab Jun 15, 2013 12:24 am

- Você é que pensa. Estivesse a sós, mal poderia cumprir com um terço do que hoje já temos.

Pois observava o rosto pálido do Lorde em um olhar direto, embora seus próprios olhos fossem impossíveis de serem enxergados graças ao capuz responsável por cobrir ao menos metade, ou mais, da própria face. Estava pensativa, sabia que o proposto era fácil de se seguir SE não vazassem informações para as entidades inimigas. Conseguir um bom exército? Levaria tempo, claro, porque requeriria treinamento, seleção dos mais aptos, colocá-los à prova e, por fim, ver se estavam realmente dispostos pela causa ou se estavam apenas querendo fazer números à armada. Até aí tudo bem, seriam coisas ruins, mas teriam de ser encaradas. Ela sabia, Doocy sabia. 
Mas agora... Tornar as crenças Cristãs ilegais apenas motivando a nobreza a investir contra elas? Os nobres, por regra, eram as pessoas em menor minoria e não conseguiriam segurar manifestações em larga escala produzidas pela plebe infelizmente atracada àquela religião. A plebe, para piorar muito mais todas as coisas, talvez seria, por agora, super resistente em relação às mudanças. E o número desses fiéis apenas vinha crescendo em escala absurda ao passar dos anos, notícias aquelas, claro, terríveis para quem deseja o contrário. De fato, não seria possível fazer nada sem alguma estratégia.


- A ilegalidade da religião, por mais brilhante que seja sua ideia, talvez agora independa da legislação Inglesa, e sim, esteja diretamente ligada aos interesses diretos do povo em perceber que foram pelo caminho errado e precisam regressar, Doocy. Aí é que está o ponto: mudança de mente. Mas de que maneira podemos mudá-las se estão todas, com excessões muito notáveis, sucumbidas pelas ideias Cristãs? 

- Mas pode deixar que irei me focar com as terras ao Sul da Europa como a Bulgária pois, pelo que sei, ainda dá tempo para reverter o avanço da Igreja pelo continente europeu. Tenho mensageiros espalhados por toda a Escandinávia, alguns mais para baixo, outros dentro do continente Europeu propriamente dito. I'm working with possibilities, Doocy. Possibilidades, estas, que nos colocarão um passo a frente.

E de fato, não estava mentindo ao mencionar possuir Mensageiros espalhados pela Europa: já eram pelo menos cem deles, porém era mais que óbvio, este valor, comparado ao tamanho do continente, ainda era minúsculo demais para ser efetivo e precisava ser ampliado drasticamente. Seria preciso pelo menos dois mil homens para as localidades próximas, quatro mil para grande parte da Europa. Não muito mais do que isso, pois, como era sabido, os Mensageiros nunca param e sempre viajam. Mudando as mentes, aí sim pensava, o passo para a DEScristianização da Europa começaria com maior facilidade. E como.
Agora, pensava enquanto esperava por reações do marido, existiam duas forças principais agindo: uma ao SUL, responsável pela cristianização de alguns países e outra ao NORTE, desejando DEScristianizar os países cujas culturas foram soterradas pelas noções mescas e preconceituosas daquela religião intrusa. Quando ambas as frentes se chocaram, é certo que uma guerra de violentas proporções acontecerá. Só é impossível saber quando e onde, exatamente, será o ponto de partida dos confrontos.
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Lorde Doocy
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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Seg Jun 17, 2013 11:36 am

A estratégia aparenta ser boa mas, com o tempo pela cidade tornando-se gradativamente noite, Doocy agora quer colocar as ideias mais em dia com outras coisas, não apenas sua quest inusitada, talvez considerada maluca por vários, para descristianizar a Europa. Ele quer pensar em armar um exército poderoso o suficiente para ter condições de quebras as barreiras inimigas pelos países que ainda serão invadidos. Impérios também estão na mira desta imensa Cruzada, pois, é de instituições como o SIRG (Sacro Império Romano Germânico), centrado em Roma, que o veneno Cristão aparenta ter partido e está saindo muito bem por todo aquele continente. Assustado não está, não precisa estar; é previsível que uma religião relativamente nova se propague com tanta facilidade, mas ela irá cair em poucos anos. Mais rápido do que os europeus possam imaginar. Mais rápido do que toda a Igreja consiga conter. Serão perdas inimagináveis.
Entretanto sem a ajuda de seus Mensageiros, homens extremamente dispostos a passarem suas mensagens ao público geral incluindo os plebeus, o processo seria teoricamente mais lento. Muito mais lento aliás. E é por isso que estão os dois trabalhando firmes para conter quaisquer ameaças culturais provindas do Cristianismo em duas regiões específicas européias: o Norte (países Nórdicos) e Sul (Império Búlgaro somado a quaisquer outros territórios locais situados ao Sul). Sem se levantar, comenta alguma coisa com ela, com sua voz inalterada por quase todo o "discurso":

- Ainda existem não-Cristãos espalhados pela Inglaterra, esqueceu? Embora sejam a menor parte da população, podem, entretanto, unir forças aos outros não-Cristãos situados pelas várias outras partes da Europa, mesmo que não falem o mesmo idioma e mesmo que, em potencial, uns não irão entender muito bem, ou quase nada, os outros. Eu estou pensando e trabalhando sobre a questão... Com paciência e muita persistência ao mesmo tempo.

- Vá. Mande seus Mensageiros. Eles serão muito bem vistos pelas terras ao Sul enquanto a grande massa descristianizadora se concentra pelos maiores centros urbanos europeus possíveis.

Vira-se ligeiramente para o lado, sentado encostado pelo sofá em madeira que está sentado. Cruza os braços, sua face não pode ser vista graças ao capuz responsável por encobrí-la. Mas mesmo assim, espera Doocy pelas respostas devidas de Dannah, sabendo que, por ela, irá enviar seus homens para quaisquer áreas da Europa apenas para dizimar a escória Cristã que acaba de se espalhar até mesmo aos locais outrora resistentes à sua influência.
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MensagemAssunto: Re: Montanhas e campos dinamarqueses   Sex Jul 12, 2013 12:18 am

Haverá a continuação do que se passa pela cidade em seu tópico ESPECÍFICO, que será feito em breve.

Ações nos campos fechadas para evitar confusões.
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