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 Porto de Hörtland

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MensagemAssunto: Porto de Hörtland    Dom Maio 19, 2013 11:28 pm

Único porto da cidade de Hörtland, a cidade principal dentro do Reino de Fortriu, possui imenso potencial para atracar dezenas de navios com quase todos os tamanhos em existência. Basicamente este local serve como porta de entrada para o restante do território. O comércio é efetivado diretamente por aqui e, de fato, há imenso tráfego de pessoas, trabalhadores, mesmo servos e escravos. É basicamente impossível não reconhecer movimentações. Navios cargueiros ou não (militares também) chegam constantemente. É claro que toda essa movimentação trás consigo riscos de ataques, por isso as proteções são superiores (foram reforçadas ao longo dos séculos, conforme batalhas foram travadas pela região).

Local estratégico. E também, porta de saída para os exploradores e guerreiros nativos do reino quando desejam desbravar os mares.


Detalhe da movimentação presente pelo porto
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Thomas Magnusson
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MensagemAssunto: Re: Porto de Hörtland    Qua Jun 05, 2013 3:39 pm

Um homem barbado, com vestes brancas e uma cruz vermelha no peito, andava em direção a uma doca onde estava ancorado um grande navio. O Cavaleiro portava uma espada em seu cinto, embainhada, é claro. Por baixo das roupas, vestia uma cota de malha. Com certeza era um homem com fé em Cristo. Era defensor da fé e da Igreja.

Um padre, mais ou menos da sua idade, o acompanhava, com roupas típicas de um padre da época (uma batina franciscana), e uma corrente no pescoço, onde estava pendurada uma cruz de madeira. O padre fitava o navio do qual os dois se aproximavam, e então dirigiu a palavra a seu amigo.

[Rev. Josias] Meu filho, tens certeza de que embarcar para tal viagem é seguro para um homem como eu? Olhe a minha idade. Por Cristo!

[Thomas Magnusson] Padre... Tenha certeza que a santíssima Virgem nos acompanhará em nossa jornada. Não tens fé nela? E em Cristo e no próprio Deus?

[Rev. Josias] Mas é claro que tenho! Ora essa... Mas devemos nos prevenir, não é mesmo? Bom, levará um bom tempo. E se alguém morrer?

O cavaleiro não respondeu. Talvez porque ignorou a pergunta do Padre, já que tinham discutido sobre tal viagem durante semanas; ou simplesmente porque prestou atenção ao navio, onde já haviam chegado.
Thomas subiu, então, pela "rampa" que estava deitada sobre a doca, por onde desciam e subiam homens com sacos de suprimentos, barris de água e vinho, e também alguns com esfregões e baldes de água e sabão (pois estavam fazendo as últimas limpezas no navio, antes de partir).

Os dois recém-chegados à embarcação subiam até a cabine do Capitão. Bateram na porta e quem lhes atendeu foi um homem meio gordo, com uma barba crespa e bagunçada, e usava roupas surradas, e um chapéu velho. Seus olhos eram pequenos, ao contrário de seu nariz, que era grosso e exibia uma verruga.
Tirou seu cachimbo de fumo da boca, e então abriu um sorriso.

[Cpt. Philip] AYE! Eu estava os esperando, companheiros. Sentem-se! Aceitam rum? Fumo?

[Thomas Magnusson] Não, obrigado, capitão...

O padre nem respondeu nada ao velho capitão. "Não é possível que ele pense que por um momento eu sequer cogitaria aceitar tais coisas...", pensou o sacerdote. Então, todos se sentaram.
A sala do capitão ficava no primeiro andar do navio; sendo: andar abaixo do convés, onde se armazenavam suprimentos, água, vinho, barris de rum, sacos de fumo, coisas relacionadas a limpeza, algumas armas, e também haviam alguns canhões apontando para estibordo e bombordo; e tinha uma escada de madeira ligando-se ao convés.
O convés, comumente, possuía também canhões para estibordo e bombordo, assim como os mastros e velas, e logicamente o leme. Do convés, umas escadinhas levavam ao primeiro (e último) andar, que ficava na parte dianteira do navio, e abrigava o quarto do capitão e um quartinho para hóspedes.

[Thomas Magnusson] Quando partimos, então, capitão?

[Cpt. Philip] Hoje a noite, com certeza! Como combinado, não é?! Está tudo pronto. Só estamos dando os últimos retoques no Estrela para podermos partir. Como faltam poucas horas, creio que já tenham deixado seus pertences por aqui, não é mesmo?

[Thomas Magnusson] Sim, eu já deixei meus pertences no andar abaixo do convés, pois vou dormir com os outros marujos. E Reverendo Josias deixou seus pertences no quarto aqui ao lado do senhor, visto que ele dormirá lá.

Era comum, naquele tempo, separar os sacerdotes dos guerreiros e marujos normais, visto que ele era uma pessoa de mais respeito e merecia, de acordo com a sociedade daquela época, maiores cuidados.
Então, ficaram ali, Capitão Philip, Thomas Magnusson (o cavaleiro) e Padre Josias, jogando conversa fora e falando sobre a expedição a Bulgária que já se aproximava. Em poucas horas, partiriam.
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MensagemAssunto: Re: Porto de Hörtland    Qui Jun 06, 2013 11:39 pm

Então, o dia estava passando apressadamente, enquanto os Cristãos conversavam amigavelmente. E por ser uma região portuária, é de se esperar que o tráfego de navios, escravos e mercadorias seja muito, mas MUITO alto. O pessoal das embarcações recém-chegadas, ora ou outra, aparenta descer para relaxar. Estes ficaram viajando pelos grandes mares por várias semanas. Agora queriam esfriar a cabeça vendo coisas novas - e não apenas as águas infinitas do oceano.

O clima relativamente limpo (sem grandes concentrações de nuvens pelas proximidades, grande luminosidade do Sol e ventos baixos) é uma premissa promissora para que Thomas Magnusson consiga partir em direção aos territórios búlgaros naquele mesmo dia, afinal de contas, embarcações veleiras submetidas à tempestades e más condições ambientais costumam terminar suas viagens em desastre.

A movimentação pelo porto é alta, como antes dito. Não existem distinções diretas de quem é civil... Escravo ou mesmo membro de tripulação recém-desembarcada. Todos aparentam agir conforme é típico para uma zona portuária. Ao longe e pelas proximidades, a paisagem que envolve aquela região pode ser descrita por verdejante, repleta de vida, com várias selvas ao redor dos penhascos que fazem divisa com as águas do oceano. Vê-se várias aves voando. Ou caçando peixes meio ao mar não turbulento.
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Thomas Magnusson
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MensagemAssunto: Re: Porto de Hörtland    Dom Jun 09, 2013 8:07 pm

Thomas encontrava-se no andar abaixo do convés, ajoelhado em frente a uma imagem da Virgem Maria, enquanto alguns homens erguiam a âncora e tomavam as medidas para que o navio - 'Estrela Dourada' - partisse logo.
O cavaleiro estava rezando para que fosse uma viagem abençoada, sem maiores imprevistos ou perturbações. É claro que lá no fundo ele esperava que houvessem mortes no caminho, como era comum naquela época tão antiga.

Ao terminar suas preces, finalizou rezando a oração mais comum naquela época.

"Ave Maria, gratia plena,
Dominus tecum,
benedicta tu in mulieribus,
et benedictus fructus ventris tui Iesus.
Sancta Maria mater Dei,
ora pro nobis peccatoribus, nunc, et in hora mortis nostrae. Amen.
"

Fez o sinal da cruz, beijou seu terço e desjuntou as mãos. Se levantou e subiu as escadas para o convés, do convés, para o primeiro andar, onde encontrou o Capitão Philip em sua sala/quarto.

[Thomas Magnusson] Já vamos partir, Capitão?

[Cpt. Philip] Em cinco minutos, camarada!

O cavaleiro sorriu.

[Thomas Magnusson] Que seja uma viagem abençoada às terras búlgaras, capitão.

Foi ter com padre Josias, que estava em constante oração fazia quase uma hora. Talvez mais por medo do que por convicção ou hábito. Era a primeira vez dele. Na verdade era a primeira vez que ele ficaria muito tempo longe de sua amada paróquia.
O militar e o religioso conversaram durante alguns poucos minutos, até que ouviram Philip saindo de seu quarto e descendo para o convés.

Os dois acompanharam, e o capitão tomou o leme, onde dava ordens a alguns homens. O velho homem barbudo parecia uma criança ao leme, tamanho o sorriso. Realmente era sua profissão por aptidão e gosto.
O padre observava, junto com Magnusson, e continuava com suas rezas baixas, enquanto a viagem que duraria um tempo considerável apenas começava.


Rota prevista para o "Estrela Dourada"
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MensagemAssunto: Re: Porto de Hörtland    Ter Jun 11, 2013 2:38 am

AVISO:

Serão 04 DIAS contando de DOMINGO (agora 02 DIAS) OFF até que cheguem às terras Búlgaras.
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MensagemAssunto: Re: Porto de Hörtland    Seg Jul 22, 2013 1:00 am

O Porto de Hörtland havia sido reformado em tempos recentes para dar espaço aos novos navios que, rapidamente estavam substituindo os modelos antigos - e, graças às reformas, agora seria, em teoria, possível atracar pelo menos duas vezes e meia mais do que antes. Tal feito - parcialmente possível graças à localização mais aberta desta cidade com relação a várias outras - localizadas dentre penhascos com redução enorme de espaço útil - junto ao avanço informativo e tecnológico do país - às vésperas de certas revoluções - ocasionou um grande investimento por aqui. Hörtland cresceu bastante, sim, atingindo, nos últimos anos, a marca dos 65 mil habitantes. Dentro do próximo século ou não tão além, este centro urbano possuirá ao menos 450 mil. O Porto em questão foi a primeira grande conquista para a cidade, embora vários aprimoramentos ainda estejam, sim, sendo feitos para evitar problemas como congestionamento e falta de espaço pelas docas locais. E vale a pena ressaltar que, numa visão geral, a ilha cresceu em poder naval - agora pode-se dizer que existem probabilidades imensas de a frota inglesa ser a mais poderosa que já existiu até hoje.
Independente, junto à organização portuária, veio a própria arrumação das atividades em turnos arranjados pelo governo da própria cidade, ou pelo menos, da Coroa, para que a vasta leva de trabalhadores não se perdesse dentre tantas atividades, porque lógico, não cessavam as chegadas até ali. Dia e noite, noite e madrugada, isso diretamente durante o ano, desde pequenos barcos pesqueiros a grandes navios guerreiros ou de transporte - todos eles endereçados de pelo menos alguma parte conhecida do UK - atracam-se sem maiores problemas, e os acidentes em alto-mar parecem ser poucos. Colisões entre rochas se tornaram infrequentes graças às preferências dos comandantes navais em evitar costas muito pedregosas e rochedos. São esses fatores que, também, ajudaram a deixar as atividades pelo Porto em Hörtland 1000% mais ativo, mais corrido e mais confuso, por isso as mudanças de última hora.
Igualmente, o fluxo de veículos usados para transporte dos bens (no caso das naus cujos papéis são comerciais) precisou ser ampliado. A ampliação veio por intermédio das ruas, dos caminhos e dos atalhos para outras cidades sendo aumentados. Novos territórios - antes não trafegados por temores de perigos - foram desvendados em sendo pacíficos e NÃO continham problemas. Centenas, senão milhares de transportes, passam diariamente por este Porto apenas para levarem às outras partes da ilha inglesa uma vasta leva de mercadorias provindas não apenas do UK propriamente dito, mas das outras partes que compõe a Europa. Outra adição significante ao Porto foi a emplementação de pessoas responsáveis por guiar as embarcações até os melhores pontos de atracagem, o que, de fato, tem diminuído muito a incidência de casualidades e danos graças a acidentes. Antes se viam colisões frequentes. Hoje elas reduziram para quase zero.

Vale a pena lembrar que a cidade é localizada numa das áreas mais afetadas por mau tempo de todas as partes da ilha, e as preocupações com o tráfego pelas águas sempre foi intenso. Os dias limpos em Hörtland são poucos, a maioria do ano possuindo apenas ou coberturas intermináveis de nuvens pelos céus ou tempos chuvosos intermitentes sem pausas consideráveis. Os mares geralmente são bravos, agitados e perigosos. Ondas com vários metros costumam varrer algumas das praias locais, mas elas geralmente ocorrem relativamente distantes da costa, erguidas pela força dos próprios ventos e tempestades. Navios em aproximação durante tempos ruins são extremamente aconselhados a não subestimarem as capacidades do mau tempo. Vários naufráigios locais já foram vistos e bem documentados pelos sobreviventes dos mesmos.
Diz-se que a melhor parte do ano para se navegar pelas águas ao redor do porto e da própria Escócia propriamente dita é o Inverno ou as primeiras partes da Primaveira. Não se conhece direito os fatores disso, mas a agitação visível dos oceanos é muito menor e se restringe apenas ao alto mar, sem implicações visíveis nas costas oceânicas ao redor das praias locais e suas cidades costeiras. Claro, o Porto é aberto diretamente todos os dias do ano. Não existem interrupções e elas são raras, apenas em casos de acidentes com considerações muito graves. E a segurança é bastante reforçada, especialmente pelo Exército. Não se entra por aqui sem, ao menos, ser revistado e questionado.
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Lorde Doocy
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MensagemAssunto: Re: Porto de Hörtland    Seg Jul 22, 2013 11:49 pm

Dois cruzadores ("destroyers", como JÁ são conhecidos pelo UK) desatracam-se do Porto em Edirforth. Os navios têm destino direto até a Bulgária, por onde o governo local está realizando uma operação considerada secreta de recuperação populacional com intuito de satisfazer ao Imperador com respeito à unificação iminente entre todas as espécies e raças que compõe a civilização. Dois está de número bom, até porque são grandes. Foi por isso que a movimentação pela cidade acabou sendo grande: estavam os trabalhadores apenas preparando para que aquelas duas embarcações, guerreiras, sim, deixassem a costa para começarem as respectivas jornadas, como flotilha, em direção às terras que compõe toda a Bulgária. Não era ataque. Não era uma ofensiva...
... Apenas... Uma maneira de buscar membros restantes, ainda espalhados pela Europa, e ensiná-los a andar nos caminhos "certos" previstos pela Legislação atual do Reino Unido. Sim, Doocy teria pessoalmente buscado organizar esta expedição, até porque, como o líder máximo da nação, era seu dever estar presente em praticamente todos os eventos - mesmo aqueles com baixa importância - que pudessem ocorrer pelo seu território. Sim, ele administrava ambas as Terras Norte e Sul da ilha, conhecia suas picuinhas, sabia das maneiras corretas para organizá-las e evitar que entrassem em guerra.
Pois os navios, grandiosos e imponentes como eram (todos com as identificações do UK) partiram lentamente. Não usavam mais velas, haviam desenvolvido tecnolgias novas para propulsão bem similares às hélices que apareceriam durante a Revolução das Máquinas e Revolução Industrial prestes a acontecer. Levariam apenas 45 a 50 dias para chegarem às imediações Búlgaras ao contrário das centenas que eram normalmente requeridas para navios que usavam velas e dependiam apenas dos mares e dos ventos. Ambos mediam 260 metros. Eram muito maiores que quaisquer embarcações já vistas e, sim, haviam...
... Preocupações se eles passariam pelo pequeníssimo estreito que fazia conexão direta ao Mar Negro. Certamente passariam. As preocupações eram para dar impressões de grandeza.

(Tempo OFF até chegar às imediações Búlgaras: 9 dias.)
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