Medieval Legends 2013
 
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 Wundo, o Reino dos Anões

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MensagemAssunto: Wundo, o Reino dos Anões   Qua Maio 22, 2013 10:54 pm

Esta é a terra dos Anões localizada no Reino Unido. Os anões são criatura diminutas, não passam de 1,2 metro, mas mesmo assim, possuem conhecimentos profundos a respeito da forja dos metais e como se procura minerais preciosos. Embora seus trabalhos com metais ainda sim sejam de qualidade, não é muito procurado localmente graças à imensa distância desta terra em relação aos centros populosos localizados espalhados por toda a extensão territorial da região. Sabe-se, porém, que esta terra se localiza nas partes norte da ilha principal que compõe o Reino Unido.


Os Anões do Reino Unido

Os anões, também, são seres possuidores de barbas extremas. Possuem cabelos um pouco compridos, cujas cores predominantes, nos mais jovens, é preta. Raramente tons de marrom podem ser encontrados. Para os anciãos, apenas tonalidades capilares (fora a barba) cinza claro ou brancas são observadas. As orelhas são um pouco compridas. Até ponteagudas por certa extensão.

Estes anões possuem, também, cores distintas de olhos; a grande maioria pode ser vista a ter olhos pretos.
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Dwalin Fundinul
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MensagemAssunto: Re: Wundo, o Reino dos Anões   Qua Jun 05, 2013 10:11 pm

Há muito, muito tempo... Antes do Sol que arde flamejante na manhã, ou a Lua que brilha pálida nos céus da noite, antes mesmo das próprias estrelas de Menel encherem de brilho os céus. Aulë, um dos doze poderosos Valar que se sentam em tronos no Oeste Antigo. Na escuridão da Terra-Média, ele fez os Sete Pais dos Anões, pois, tão grande era o desejo de Aulë pela vinda dos Filhos de Ilúvatar, para ter aprendizes a quem ensinar suas habilidades e seus conhecimentos, que não se dispôs a aguardar a realização dos desígnios de Ilúvatar. E Aulë criou os anões, exatamente como ainda são, porque as formas dos Filhos que estavam por vim não estavam nítidas em sua mente e, como talvez o poder de Melkor ainda dominasse a Terra, desejou que eles fossem fortes e obstinados. Temento, porém que os outros Valar pudessem condenar sua obra, trabalhou em segredo e fez primeiro os Sete Pais das Sete Casas dos Anões num pálicio sob as montanhas na Terra-Média.

Ora, Ilúvatar soube o que estava sendo feito e, no exato momento em que o trabalho de Aulë se completava, e Aulë estava satisfeito e começava a ensinar aos anões a língua que inventara para eles, Ilúvatar dirigiu-lhe a palavra; e Aulë ouviu sua voz e emudeceu. E a voz de Ilúvatar lhe disse: - Por que fizeste isso? Por que tentaste algo que sabes estar do teu poder e da tua autoridade? Pois tens de mim como dom apenas tua própria existência e nada mais. E, portanto, as criaturas de tua mão e de tua mente poderão viver apenas através dessa existência, movendo-se quando tu pensares em movê-las e ficando ociosas se teu pensamento estiver voltado para outra coisa. É esse teu desejo?

- Não desejei tamanha ascendência. - respondeu Aulë. - Desejei seres diferentes de mim, que eu pudesse amar e ensinar, para que também eles percebessem a beleza de Ëä, que tu fizeste surgir. Pois me pareceu que há muito espaço em Arda para vários seres que poderiam nele deleitar-se; e, no entanto, em sua maior parte ela ainda está vazia e muda. E, na minha impaciência, cometi essa loucura. Contudo, a vontade de fazer coisas está em meu coração porque eu mesmo fui feito por ti. E a criança de pouco entendimento, que graceja com os atos de seu pai, pode estar fazendo isso sem nenhuma intenção de zombaria, apenas por ser filho dele. E agora, o que posso fazer para que não te zangues comigo para sempre? Como um filho ao pai, ofereço-te essas criaturas, obras das mãos que criaste. Faze com elas o que quiseres. Mas não seria melhor eu mesmo destruir o produto de minha presunção?

E Aulë apanhou um enorme martelo para esmagar os anões; e chorou. Mas Ilúvatar apiedou-se de Aulë e de seu desejo, em virtude de sua humildade. E os anões encolheram diante do martelo e sentiram medo; baixaram a cabeça e imploraram clemência. E a voz de Ilúvatar disse a Aulë: - Tua oferta aceitei enquanto ela sendo feita. Não percebes que essas criaturas têm agora vida própria e falam com suas próprias vozes? Não fosse assim, e elas não teriam procurado fugir ao golpe nem a nenhum comando da tua vontade.

Largou, então, Aulë o martelo e, feliz, agradeceu a Ilúvatar, dizendo: - Que Eru abençoe meu trabalho e o corrija!

Ilúvatar voltou a falar, entretanto, e disse: - Exatamente como dei existência aos pensamentos dos Ainur no início do Mundo, agora adotei teu desejo e lhe atribuí um lugar no Mundo; mas de nenhum outro modo corrigirei tua obra; e, como tu a fizeste; assim ela será. Contudo não tolerarei o seguinte: que esses seres cheguem antes dos Primogênitos de meus desígnios, nem que tua impaciênca seja premiada. Eles agoradeverão dormir na escuridão debaixo da pedra, e não se apresentarão enquanto os Primogênitos não tiverem surgido sobre a Terra; e até essa ocasião tu e eles esperareis, por longa que seja a demora. Mas quando chegar a hora, eu os despertarei, e eles serão como filhos teus, e muitas vezes haverá discórdia entre os teus e os meus, os filhos da minha ação e os filhos de minha escolha.

Então Aulë pegou os Sete Pais dos Anões com suas Seis esposas, e os levou para descansar em locais bem afastados; voltou em seguida a Valinor e esperou os longos anos transcorrerem. E cada Pai foi afastado um do outro, supõe-se que: Dois (Firebeards, Broadbeams) colocados nas Montanhas Azuis, outros Dois (Ironfists, Stiffbeards) colocados nas Montanhas Vermelhas, outros Dois (Blacklocks, Stonefoots) colocados nas Montanhas Amarelas, e por último Durin I, o Imortal foi colocado só em Gundabad, nas antigas Montanhas de Ferro (Ered Engrim).

Enquanto os demais Seis Pais dos Anões foram colocados com suas companheiras Anãs, Durin I não tinha uma companheira primordial, ele foi colocado só em Gundabad, pois o desejo de Aulë fosse que ele se unisse com uma companheira de outros Clãs, e assim os Anões poderiam se tornarem mais unidos, tanto por sangue, quanto respeito mútuo. Os relatos pelo qual Durin era chamado de "Imortal" e possuía enorme veneração em todas os Sete Clãs/Casas variam, é dito que quando os demais Pais encontraram Durin, já possuia a barba e os cabelos em tom branco, algo que gerou enorme respeito pois já possuia idade mais velha que os demais Pais, além de que ele foi o primeiro a ser feito pelo Vala, Aulë, e dele teve maior amor em sua criação. Durin também viveu muito mais que qualquer Anão jamais viveu naqueles tempos, algo que o gerou o honrado título de "Imortal", algo que foi gerando enorme respeito e adimiração dos demais Anões, os Sete Pais mesmo na escuridão do mundo haviam feito muitas coisas belas e reluzentes, mesmo nos salões de Gundabad, um local que se tornou sagrado para os Anões em anos posteriores.

Após terem sido expulsos de Gundabad, eles partiram em migração para encontrarem em um novo lar, e Durin encontrou um vale sobre o qual se erguiam três montanhas cintilantes de neve, e no qual havia várias pequenas cachoeiras que desaguavam num lago ovalado, que parecia mágico: "Lá brilhavam estrelas como jóias nas profundezas, muito embora o sol brilhasse no céu". Durin então nomeou o lago de Kheled-zarâm, o Lago-espelho. Os três picos que sombreavam o lago eram Barazinbar, ou Caradhras, Zirakzigil, ou Celebdil e Bundushathûr, ou Fanuidhol. Os descendentes de Durin ergueram um monolito cheio de runas no exato lugar em que ele havia primeiramente contemplado o Lago-espelho, e, mesmo que as runas tivessem sido apagadas pelo tempo, a influência de Durin, o Imortal jamais foi esquecida. Lá eles viveram juntos, e juntos as Sete Casas dos Anões trabalharam juntos e fizeram um reino crescer e nascer.

E cresceu em tamanho e população nos tempos de Durin, até que tornou-se o maior reino dos Anões, e isso se deu mesmo antes da Volta dos Noldor. Foi então chamado dali em diante por todos os Anões e até mesmo pelos grandes em dias mais sombrios de Khazad-Dûm, A Mansão dos Anões. Como fossem surgir na época em que Melkor prevalecia, Aulë fez os anões resistentes. Por isso, eles são duros como a pedra, teimosos, firmes na amizade e na inimizade, e conseguem suportar fadiga, fome e ferimentos com mais bravura do que todos os outros povos que falam; e vivem muito, bem mais do que os homens, embora não para sempre. Antigamente, dizia-se entre os elfos na Terra-média que os anões, ao morrer, voltavam para a terra e a pedra da qual eram feitos; no entanto, não é essa a crença entre eles próprios. Pois que Aulë, o Criador, que chamam de Mahal, gosta deles e os acolhe em Mandos em palácios separados; e que ele declarou a seus antigos Pais que Ilúvatar os abençoará e lhes dará um lugar entre os Filhos no Final. Então, seu papel será servir a Aulë e auxiliá-lo na reconstrução de Arda depois da Última Batalha. Dizem também que os Sete Pais voltam a viver em seus próprios parentes e a usar de novo nomes ancestrais: dos quais Durin foi o mais célebre em épocas posteriores, pai daquela família mais simpática aos elfos, cujas mansões ficavam em Khazad-Dûm.

Durin I, viveu em grande glória em Khazad-Dûm antes do Sol e da Lua surgirem, ninguém sabe exatamente quando Durin I faleceu mas especula-se que ou faleceu quando o Sol se ergueu no Ano 1, ou viveu por toda Primeira Era, não se sabe exatamente, os registros mais precisos se encontravam em Khazad-dûm, Doriath ou Nargothrond, mas estes foram perdidos. Se tem conhecimento que os Anões viveram um reinado dourado cheio de glória e majestade com Durin I, o Imortal, neste período viveram as Sete Casas dos Anões juntas em Khazad-dûm.

Foi no ano de 444 da Primeira Era do Sol, que Durin I havia chegado a falecer. Ninguém estava por perto quando ocorreu, porém foi em seu último dia, ele havia mantido uma boa rotina, auxiliou muitos em Khazad-dûm em trabalhos, logo ao amanhecer caminhou até Gundabad onde avistou seu lar do despertar, havia auxiliado todos naquele em qualquer dever que houvesse necessitado. Ao tempo do jantar em grande banquete sentou-se e aproveitou o tempo ao máximo que pode com seus filhos. Quando no horário de seu sono, durmiu quando a lua estava aos céus, e as estrelas cobriram todo o Lago-Espelho.

Depois de mais da metade do dia seguinte, não havia saído de seu quarto, quando sua filha, Durkâ havia entrado ao quarto para ver como seu pai estava, um grito tenebroso ocorreu por Khazad-dûm, que se seguiram por mais gritos e choros, pois o Pai estava morto. Seu espírito havia cruzado para os Palácios de Espera de Aulë, onde seria bem recebido por Mahal e os demais Pais dos Anões, seu falecimento ocorreu durante a noite profunda, dos Sete Pais, apenas três permaneciam vivos; Thélor I, Múar I e Druín I. Mas não haveria tumba, ou cripta para o Pai dos Sete Povos, seu corpo havia sido então depositado em um grande caixão de pedra grossa, sua tampa era feita de vidro grosso, esta foi lacrada ao caixão. Nas bordas da grossa tampa do mesmo, foram entalhadas os emblemas de todas as Sete Casas.

Mas este caixão não seria enterrado, ou colocado em alguma casa dos mortos, muitos dos mais nobres e bravos anões o ergueram, levando o mesmo para além do Portão Leste e o caminho de Dimrill, onde diante do Lago-Espelho ao anoitecer, seu caixão foi lá colocado dentro do lago, onde as águas fizeram as estrelas reluzirem como diamantes por sobre a beleza do Lago-Espelho, lá todos avistaram o caixão atingindo o fundo do lago com a sua parte de cima virada para a superfície do Lago, Druín I se aproximou procurando de um lado para o outro algum local, até que ao parar fincou uma enorme pedra em algum ponto e em nas do Khuzdûl lá estava escrito: "Durin I esteve aqui." E mesmo que as letras daquelas runas fossem apagadas, a influência de Durin lá permaneceria e o monumento jamais se quebraria. Mesmo em futuros anos sombrios, pois nela foi colocado todo o poder da Magia dos Anões.

E em vozes grossas e cheias de louvor os Anões cantaram:

O Mundo jovem, verde o monte,
E limpa era da lua a fronte;
Sem peia pedra e rio então,
Vagava Durin na solidão.
A monte e vale nomes deu,
De fonte nova ele bebeu;
No Lago-Espelho foi se mirar
E viu um diadema estelar,
Gemas em linha prateada,
Sobre a fronte emsombreada.

- O mundo belo, os montes altos,
Nos Dias Antigos sem sobressaltos
Em Gondolin e Nargothrond,
Dos fortes reis que agora vão
No Mar do Oeste além do dia:
Belo o Mundo que Durin via.

Rei era ele em trono entalhado,
Salão de pedra encolunado
No teto ouro, prata no chão,

E as fortes runas no portão.
A luz da lua, de estrela e sol.
Presa em lâmpada de cristal,
Por Noite ou núvem não tolhida,
Brilhava bela toda a vida.

Lá martelava-se a bigorna,
Lá se esculpia a letra que orna;
Lá se forjavam punho e espada,
Abria-se a mina, erguia-se a casa.
Perla, berilo e opala bela,
Metal plasmado feito tela,
Broquel, couraça, punhal, machado,
Lança em monte, tudo guardado.

O Povo então não se cansava;
Toda a montanha retumbava
Ao som de harpas e canções.
E trombetas junto aos portões!

O Mundo é cinza, velho o monte.
Da forja o fogo em cinza insonte;
Sem som de harpa ou martelada;
No lar de Durin, sombra e nada.
Sobre a tumba raio nenhum
Em Moria, em Khazad-Dûm.
Mas ainda há estrela que reluz
No Lago-Espelho, sem vento e luz.
A sua coroa no lago fundo.
E Durin dorme sono profundo.

E lá ele permaneceria até o fim dos tempos, quando Durin novamente se ergueria quando o mundo fosse reconstruído, até isso acontecer os Anões iriam aguardar o retorno de sua encarnação. Voltaram os Anões então para Khazad-dûm sua mansão, onde tudo permanecia um grande monumento da imagem do sonho do Pai Ancestral, porém fantasmagórico, vazio e sem a glória que se havia conseguido. Mas nesses tempos tão sombrios e cheios de dor, o trono da Mansão dos Anões estava vazio.
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Dwalin Fundinul
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MensagemAssunto: Re: Wundo, o Reino dos Anões   Qua Jun 05, 2013 11:01 pm

Wundo era o país aonde as Sete Casas viviam, o mundo ainda era fresco e tinha lugar para a magia. Viviam em seu próprio país, separados e espalhados por todo o mesmo, as montanhas eram seus lugares favoritos de se viver, haviam vários assentamentos dos anões em Wundo, era um país verde e rico em fauna e flora, virado para o mar, quando se entrava em Wundo pelo sul você somente o fazia pela Campina, as terras governadas por nobres lordes do Reino Unido chamados Tyrell, era uma enorme terra verde e riquíssima, onde a cidade e feudo maior era Jardim de Cima, famosa por suas flores e artefatos diferentes, por ser a terra que mais comercializava com os anões de Wundo.

A Campina era cercada por duas cadeias de imensas, as Montanhas Azuis, ambas ricas em aço e ferro, em ambas pelo lado interno das cordilheiras já dentro de Wundo, nas terras da Campina, haviam cidades em ambos os lados da cordilheira, interligadas pelos caminho leste e o este da Estrada da Rosa. No lado oeste da estrada, ela levaria até Monte Dolmed, aonde se encontrava um enorme mercado livre dos anões e homens, e também levando para a cidade dos anões dentro das montanhas; Belegost, a Grã-Cava, uma rica e colossal cidade esculpida na pedra, famosa por serem os melhores produtos de cotas de malha e armaduras de todo o mundo, seu povo e a Casa que a fundou e ergueu foi a Povo de Linnar dos Vigalargas, orgulhosos e aústeros guerreiros, são um povo de poupa população, liderados por um gordo e forte anão chamado Azaghâl, o Elmo-Reluzente e Lorde de Belegost. O povo de sua cidade chegava a trezentos anões, em boa parte eram mercadores e fazendeiros.

Do lado leste da Estrada da Rosa se seguia até a vila de Ereb, onde homens e anões viviam, em outro mercado aberto e livre, as margens de Nogrod, a Morada-Oca, forte e poderosa construída nas entranhas das Montanhas Azuis, famosos por serem os melhores artesãos e joalheiros que existem, erguida pelo Povo de Bárvor, o Lâmina-Fria e Úri, a terrível dos Barbas-de-Fogo, de temperamento curto e explosivo, são um povo de menor população ainda, liderados pelo orgulhoso e ganancioso anão chamado Naugladûr III, o Rei da Crosta, e seus filhos; Thrár I, o Bom e Aerys II, o Príncipe Louco, a população de sua cidade chegava a quatrocentos anões, em boa parte eram joalheiros e artesãos.

Para além de lá erguiam-se outras cordilheiras por toda Wundo, haviam à beira as Montanhas Cinzentas, com as cidadelas de Zanarkând, rica em prata e ferro, erguida pelos Povos de Vigdis dos Pés-de-Pedra, seu Lorde atual é Barin a Trompa-de-Ouro, onde sua população atinge até setecentos anões, e em outra regiões menor onde os montes uivantes são altos existe a cidade-templo de Rüruuk, rica em ouro branco e cristais preciosos, erguidos pelo povo de Var dos Tranças-Negras, liderados pelo Lorde Sacerdote Druín, onde mil e quinhentos anões vivem por toda a região rica dos Bosques Velhos.

Ao sul estavam as altissimas Montanhas Vermelhas, e os salões de Tunamahal, ricas de ouro vermelho e rubis, erguida pelos bravos cavaleiros dos anões do Povo de Sindri dos Punhos-de-Ferro, liderados pelo anão alto de um metro e setenta e forte cavaleiro que Thélor, o Cavaleiro Dourado era. Ao sul de Wundo, ali ficavam as Montanhas Amarelas com as câmaras de Khizakth, a Fortaleza do Sul onde o Povo dos Barbas-Duras de Thulin, liderados por Muár I, o Machado-Vermelho.

E no centro de toda a terra de Wundo, erguiam-se as colossais Montanhas Nebulosas, ricas em todos os minérios, poderosas e terríveis, de um lado as suas sombras erguiam-se matas e bosques verdes, com rios ricos de pesca, as suas sombras foram erguidos os fortes de Eregion, na colina de Azevim, um dos poucos lugares onde homens viviam, do outro se erguia o mar, e um praia fechada e branca, onde existia a cidade-portuária de Mithlond, onde elfos ainda habitavam como sombras, e as Montanhas eram tomadas pelos vastos salões e palácios esculpidos na pedra de Khazad-Dûm. Lar do Povo de Durin.
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