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 Reykjavik

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Earl Ragnar Lothbrok
Jarl Escandinavo (ErilaR)
Jarl Escandinavo (ErilaR)
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Data de inscrição : 05/06/2013
Mensagens : 22

MensagemAssunto: Re: Reykjavik    Sex Jul 12, 2013 9:06 pm

No dia seguinte, o castelo inteiro acordou cedo, cavalos foram bem alimentados, carroças preparadas e enchidas, a esposa do Earl; Brynhildr selecionou alguns baús para levar para o sul consigo, roupas provavelmente, o filho de ambos iria com ela. Apesar das reclamações a respeito da viagem de seu marido, ela não pode mudar sua cabeça. Dois grupos foram organizados para viajar, o maior, onde Waymar Royce iria com os mesmos, consistia em quatrocentos homens, metade deles estavam a cavalo. Brynhildr levava uma carroça coberta para ela e seu filho, Gregor Clegane iria com esse grupo, para garantir a segurança da esposa e do filho do seu Earl, embora, quase toda a guarda de Ragnar tivesse partido para Orthanc para proteger sua esposa, o Capitão da Guarda do Earl; Ubbe Ragnarsson, foi ordenado para ficar em Winterfell, onde como anunciado e planejado pelo mesmo; Markar Lothbrok foi nomeado Castelão Regente na sua ausência, ele não estaria completamente sozinho, a Mãe do Earl; a Senhora Olenna Lothbrok, uma mulher que não estava no banquete de Waymar Royce devido a péssima disposição da mesma e seu tio; Eddison Lothbrok, iriam lhe oferecer toda a sabedoria e conselhos necessários para vigiar todo o feudo do seu irmão mais velho. Para Orthanc no comando da guarda, ele escolheu Grímur Kamban, primo distante do Earl, um guerreiro forte e com idade suficiente para a honra lhe oferecida.

Marido e esposa se despediram no portão principal de Winterfell, seguindo seus caminhos separados. Ela estaria em boas mãos, protegida por seus homens, embora ela soubesse se proteger, mas na companhia da Montanha Que Caminha, nenhum inimigo o preocuparia. Harmond Burley os acompanharia até a estrada de Hveragerdi, onde seguiria com sua companhia de cinquenta homens para o norte, de volta para suas terras.

E o Earl resolvido em sua missão oculta para todos, seguiria para o sul do seu feudo, rumo a Porto Branco. Se despediu de Waymar Royce, com um aperto solene de mão, montando em seu cavalo e partindo com sua companhia de duzentos homens a cavalo, entre eles os Segundos Filhos, seu irmão Rollo Lothbrok, e o primo bastardo Olaf Tryggvason, sua força era liderada pelo Segundo-em-Comando da sua guarda, um homem confiável e admirável por sua honestida; Svein Pé-de-Ferro. E acompanhado por mais dois fiéis amigos; Yohn Royce de Pedrarruna, e Ronnel Norcross dos Portões-da-Lua. Eles acompanhavam também Victarion Greyjoy com seus setenta homens de volta para Porto Branco, onde pegaria seu navio e retornaria para Pyke, após longas negociações e conversar com Ragnar, e Beowulf com seus quarenta homens, retornariam para Eldey.

Brynhildr, montava um cavalo prateado, uma bela égua prateada, seguia adiante com seu filho bem atrás em seu palafrém, ele conversava com Grímur sobre como era ser um guerreiro, ela seguia sozinha, olhando adiante da Estrada da Rosa, Waymar estaria no meio da companhia, cercado pelos demais homens, e Harmond Burley seguia com os seus em silêncio. Seguiriam o caminho inteiro para o sul, passando pelas pontes das cidades Gêmeas de Hveragerdi e Selfoss, todo o caminho até a Vila Gaivota, onde o Caminho do Espinhaço, os levará diretamente para Orthanc, a mais poderosa torre da Islândia, cercada pelo círculo de pedra maciça de suas muralhas.
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Mensagens : 117

MensagemAssunto: Re: Reykjavik    Dom Jul 14, 2013 11:50 pm

Royce teve uma noite agradável apesar de seus aposentos serem direcionados apenas às pessoas comuns sem ligações diretas, ou indiretas, com as pessoas de mais poder. Ele considerou a oportunidade importante, sabia um pouco como eram tratadas as pessoas por aquela terra, mas, não tinha nada a perder, muito menos a reclamar. O Earl pareceu até que bastante amigável com respeito a ele. E mais importante, não teria agido de forma agressiva, e nem precisaria, Waymar não ficaria insultando. Ou faltando com respeito. Mas relembrou os fatos do jantar passado até com alegria, havia conquistado a confiança dos nobre - ao menos ALGUNS, os menos desconfiados - e estava pensando no retorno. Não demorou muito para sair daquele local, encontrar-se com as pessoas lá fora, cumprimentar (Ragnar?) quando este estendeu as mãos para sua pessoa. O cumprimento foi leve, não era um simples homem comum sem modos, havia sido ensinado um pouco sobre como se portar perante aquele tipo de gente sim, pelo menos por algum mentor até então desconhecido, ou secreto pelas Terras do Sul. Seus pais não puderam estar muito presentes para sua educação e foram mortos durante uma guerra contra Goblins, Orcs e Ogros - taí um dos motivos para odiá-los profundamente.

Já estava bem alimentado, embora sua comida da manhã provavelmente tivesse sido não igual, sequer comparada, ao aproveitado pelos residentes de Winterfell. Novamente, isso pareceu não importar. Royce precisava apenas comer para manter suas energias sempre em alta. O gosto, a consistência e a maneira pelas quais as comidas eram feitas, se elas eram oferecidas mal feitas, se elas eram oferecidas de qualquer jeito ou mesmo podres e estragadas pouco importava. Precisava de energia. Comeria sem reclamar. Lá fora, ele viu as divisões que iriam começar a jornada provavelmente de volta às terras do Earl pelas quais é servente. Pensou consigo mesmo se todos aqueles homens eram realmente tão precisos, mas estavam levando a esposa de Ragnar e nada podia ocorrer a ela. Isso era um fato.


- Então é aqui que as coisas começam novamente... - Refletiu baixo consigo mesmo e não quis chamar quaisquer atenções. Estava ciente de que eles veriam e enfrentariam as mesmas criaturas responsáveis por manchar seu manto branco com uma espécie de fétido e horripilante sangue negro, mas nada poderia fazer e precisaria lutar novamente. Esta era a única certeza do momento, pois, do resto, era impossível dizer quem sobreviveria, quem seria pego de surpresa pelas coisas e quem sairia imune. -
Torcerei para que nada de ruim ocorra conosco. Já basta aqueles malditos Ogros e Goblins.[/b]

- Já basta!

- Pois eu lhes darei a lição de que precisam.


E os resmungos, provavelmente monólogos consigo mesmo, não precisaram ser vistos ou ouvidos pelas pessoas ao redor. Elas também nem saberiam direito do por que dele se fazer ciente da existência daquelas coisas, elas não eram vistas por pelo menos 150 anos e não estariam dando sinais visíveis de que retornariam para dar mais problemas. Waymar montava em seu cavalo de sempre, que era bem cuidado de qualquer forma. Checava se as coisas estavam bem, se ele estava bem nutrido, se havia passado aquela noite em certa proteção contra ataques de predadores. Se estava bem, então havia sido bem cuidado. E, por fim, as armas. Waymar não queria ser vítima fatal de alguma coisa. Como Mensageiro sabia mais do que quaisquer pessoas ali presentes que NÃO se viajava de mãos vazias. Os riscos eram extremamente perigosos, quanto a isso, ele poderia confirmar pessoalmente. A espada já estava na bainha, esperando ao momento em que seria usada.

Uma espécie de martelo menor, mas extremamente afiado ao ponto de arrancar cabeças com apenas uma golpeada, estava preso na cintura. Como ainda não havia sido usado - ele havia sido adquirido há pouquíssimo tempo de fato - emanava uma cor polida nítida, era um prateado claro que refletia facilmente a luz do Sol. A empunhadura era mais ou menos de ouro. Mais ou menos por ser apenas folhada, não feita do material por completo, Royce não teria meios viáveis para conseguir artefatos com tamanho prestígio e valor. Waymar retornaria para Orthanc. Isso seria junto à esposa de Ragnar, provavelmente junto às mesmas pessoas pelas quais chegou até Winterfell e estariam acompanhados por uma enorme força protetora. Ótimo a todos, assim chances de mortes seriam muito menores.

No meio daquelas pessoas todas, ele era relativamente irreconhecível. Seguia meio àquele imenso aglomerado humano que havia se formado frente aos portões de Winterfell sem maiores temores...
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