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 Cidade de Edirforth

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MensagemAssunto: Cidade de Edirforth   Dom Maio 19, 2013 7:58 pm

Não é uma cidade muito grande (a população medieval foca-se muito mais na zona rural do que nas cidades, então a vasta maioria das cidades serão próximas a vilas e pequenos centros urbanos a cidades propriamente ditas), embora a influência local seja imensa... E mesmo a níveis de reinado, já que situa-se justamente nas rotas comerciais com as mais prósperas tendências e é visitada todos os dias, para não dizer horas, por mercantes provindos dos mares a fora, normalmente do continente europeu propriamente dito. A população por aqui corresponde a 8 mil.

O comércio é feito por todas as partes. Ele normalmente é organizado de forma simples e foca-se em manter a própria população residente. Embora mesmo assim, graças ao porto e local estratégico, sempre tem procurado expandir suas barreiras por toda a ilha inglesa num geral.


Parte da cidade com alguns detalhes das construções e suas ruas
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Lorde Doocy
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Edirforth   Dom Jun 09, 2013 1:26 am

Edirforth é uma cidade estratégica da Inglaterra. Basicamente, trata-se dum subúrbio-porto que recebe muitas mercadorias provindas do Oceano Atlântico Norte e até mesmo de uma leva naval provinda do Mediterrâneo, já que este mar possui ligação direta com o primeiro graças ao Estreito de Gibraltar. Entretanto, a cidade é muito bem guardada por uma força de exército composta por seis mil homens devidamente armados, para caso de invasões e investidas provindas dos outros países. A grande maioria das pessoas participantes daqui em questões de EXÉRCITO não são totalmente residentes. Elas provém de Londres, local e cidade com maior capacidade de treinamento e competência para os guerreiros. Porém o que mais chama a atenção em Edirforth é sua estrutura social bem definida, característica do sistema Medieval e estamental, ou seja, sem mobilidade social entre as classes. E é o lar de algumas pessoas importantes.
Edward Peacock é uma dessas pessoas de imporância e, por ser conservador, um Pagão e defensor da cultura original Inglesa antes da introdução do Cristianismo. É aliado brutal, é um ferrenho suportador às "políticas" feitas por Doocy. Mantém contato direto com ele em cartas, manuscritos e outros meios de comunicação. Embora não visse em Edirforth aquela "maior cidade do mundo", fato irrefutável porque jamais seria maior do que Londres, ele a considerava, e considera, uma cidade próspera pelo fato de estar situada às margens que SÃO movimentadas do oceano. Peacock costuma encontrar-se em sua casa ou "escritório" particular, situado num dos prédios mais consideráveis da cidade, com vista direta para as águas marítimas, pensando não apenas em sua vida, mas no futuro do Reino Unido como a "próxima" nação mais poderosa do mundo.

Ele sabe: impérios como o Sacro Império Romano Germânico e o Império Merovíngio são realmente poderosos. Até gostaria de se inspirar em suas maneiras de governo, mas, e se a ideia não vier a calhar e Doocy reprovar? Todas as consequências possíveis podem ser previsíveis nesta linha de pensamento. Acontecimentos como guerras, insatisfação pública ou até mesmo crises internas devem ser levadas em consideração. E se não forem, quem garantirá a organização do Reino Unido, da Inglaterra, de seja quem lá fosse, sem brutais batalhas e destruições para todos os lados?
Felizmente, assim como Doocy, Peacock é largamente indiferente com outras espécies ou raças como os Anões e Elfos. Isso quer dizer que suas sociedades não serão afetadas por decisões arriscadas, nem mesmo destruídas a bel prazer por generais Ingleses marchando em seus territórios. Os Anões são considerados pela grande sabedoria. Os Elfos? Bem, ele não possui opiniões formadas quanto a eles, porém é tolerante o suficiente para não dar autorizações de ataques em suas terras com louvores.

Como sempre, encontra-se esbanjando de uma vista apreciável durante aquele final tão longo e cansativo de tarde em seu gabinete de controle político. É conhecido na região por "O Pacífico", mas durante os tempos de guerra, a definição pode, sim, mudar sem mais ou menos previsões.
Está lendo algumas cartas enviadas recentemente por Doocy, correspondências das suas últimas e mais empolgantes propostas que, embora tenham sido enviadas a duas semanas atrás ou mais, ainda possuem valor. Não se assusta com o tom exclamado, ora opinativo, ora rude do Mago: ele é sábio demais para perder tempo em pequenas discussões.
Então, como um raio, Marty Dooke, considerado quase um "Senhor feudal" com afinidades indefinidas (como isso é possível? Definitivamente... Não se sabe), adentra a sala. Senta-se numa das cadeiras frente à mesa bem decorada do compatriota.

- Lorde Doocy parece demandar alguma satisfação de nós.

- Yup. - reorganiza as escrituras sobre a mesa. - Ele às vezes se faz de inocente, mas eu conheço: suas táticas são muuuito, mas muuuuito letais se forem mesmo postas em prática.

- Ele diz querer acabar com o Cristianismo. Mas com que exército?! Ele até se propõe em montar uma espécie de cruzada, mas com quais recursos? A Inglaterra não é o poder central do mundo. Ele...! - Interrompido.

- Ser, ela não é. Não quer dizer, porém, que ela um dia não possa ser tornar uma dessas potências.

Bebe um gole d'água naquele exato momento.
Antes mesmo que Peacock conseguisse falar mais alguma coisa, retorna, frizando alguns dos conceitos mais básicos propostos pelo Mago - que, mais do que nunca - por hora é para ser tido como um lunático, de fato:

- A primeira coisa que precisamos fazer se quisermos ser potência, é tirar do poder essa religião venenosa. O pior de tudo está no seguinte: ela conquista vários e vários seguidores a cada ano passante. É por isso que estou pensando em como poder atingir diretamente o coração desses "emissários de Deus". Mas ao mesmo tempo, isso é para ser mantido em segredo. Você sabe muito bem das coisas que ocorrem caso aquela maldição de Igreja nos descobre e nos pega...

- Sim, sim.

Continuam a discutir pacificamente quando à resolução do problema. É evidente que o que um deles quer é criar um exército terrestre bom o suficiente para realizar uma cruzada por toda a Europa. Uma Cruzada esta, de fato, tão nociva e imprevisível quanto às maiores e mais fortes potências Européias que, até mesmo ele, se arrepia ao pensar sobre vários países, de uma só vez, declarando guerra direta aos Ingleses.
Seus movimentos vão precisar ser cuidadosos. Pois eles decidirão, em partes, ou por uma total quantidade, qual cultura sobreviverá em solo Europeu: o Cristianismo ou o Paganismo Inglês, restaurado com extremo esforço e derramamento de sangue por todos os lados às custas duma série de batalhas extrememente ferozes.
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Edirforth   Dom Jun 09, 2013 10:33 pm

De um recinto completamente fechado onde só existem janelas muito bem presas às fundações da construção, é impossível escutar sons a não ser os mais altos, então tudo o que Peacock consegue é observar a movimentação pelas ruas da cidadela sem nenhuma dificuldade, até porque pelo seu tamanho, não existem estruturas muito altas. As pessoas passam a todos os instantes graças a hora do dia ser próxima ao final do entardecer, e todos, ou quase, estão se dirigindo para suas respectivas casas após passarem todo o dia ou fora, ou realizando algum tipo de trabalho como passa-tempo. Edirforth não é um local muito propício para comércio graças a localização nada estratégica para isto - embora, é lógico, a cidade ainda exista por possuir como se sustentar. E o sustento vem, em grande parte, das plantações e pecuária realizada ao derredor do centro urbano nas terras onde não há presença urbana.

Ao longe, montanhas são vistas. Encobertas por neve apenas nos cumes, as partes mais altas.

As florestas e campos também podem ser facilmente observadas de Edirforth, embora, é claro, a distância cause menor detalhamento da paisagem quando vista através das construções.

O dia é de poucas nuvens, com bastante Sol.
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Edirforth   Dom Jun 09, 2013 11:44 pm

- Se eu soubesse por onde começar, meu caro, nós já teríamos feito pelo menos parte do caminho. Não acho um problema precisar montar tudo por baixo dos panos. Doocy certamente sabe o quão traiçoeira é a Igreja e o quão destemida em matar "dissidentes" aquela coisa aparenta ser.

- Mas ele sabe mesmo. - Diz Peacock. - E sabe mais do que nenhuma pessoa neste país! Temos aqui uma conspiração ferrenha contra os Cristãos e seus PAÍSES, o que pode gerar na Inglaterra aquela guerra interna de proporções nunca antes vistas. Isto quer dizer...

Duas correntes de crenças distintas se pegando dentro da Inglaterra enfraqueceria o país a meros cacos, uma sombra do que está se tornando pelos dias atuais e, com certeza, ela não mais conseguiria competir por territórios, nem prestígio, nem mesmo fama, junto aos impérios, cristãos por sinal, responsáveis pelo "controle" Europeu graças ao status claro de potência continental. O homem sente fortes dores de cabeça apenas pensando como as pessoas poderiam reagir perante os Ingleses Conservadores caso a guerra ocorra. Mas ele pensa positivo e evita perder tempo com bobagens, afinal de contas, Doocy quer não o território para si, mas sim AJEITÁ-LO para que se torne propício a aturar uma história ainda próspera e digna de civilização desenvolvida.
O outro homem assiste calmamente à quietude de Peacock, pensativo se suas palavras sim, tenham criado algum ambiente pesado dentro do local. Seria impossível prever o que iria ocorrer: Peacock é muito impresivível em seus atos. Tão imprevisível que, sem dúvidas, ele é capaz de levantar exércitos sozinho contra algum país. Porém a quietude é quebrada em poucos instantes com uma continuação amena para a situação, algo aparentemente não instintivo. Mas racional. Ele diz:

- É CLARO que o exército a ser usado contra os Cristãos será preparado em Londres. Edirforth não possuiria recursos para bancar tropas. Quer 30 mil homens? Então os reúna por todas as partes do país.

- É o que bem tem sido feito. Vários têm prestado atenção. Vários têm se alistado ao serviço. Mas novamente: um serviço às escuras, que pode muito bem chegar aos ouvidos malditos da Igreja, então teremos guerras antecipadas[...]

Os dois continuam a discutir. Conversam pacificamente sobre quais atalhos serão tomados para evadir uma descoberta muito cedo pelas forças dos países dominados pelos Cristãos e, em especial, pela Igreja. Cedo ou tarde, descobrirão. Não é uma questão de SE, mas de QUANDO. É uma mera questão de ENCONTRAREM-SE com estes homens. OU algum traidor aparecer para revelar em detalhes. Tudo vai depender muito. Basicamente, de como a situação das coisas vai andar. Se andar bem, podem segurar por décadas. Se não, não vão aguentar esconder por poucos meses, máximo poucos anos.
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Edirforth   Seg Jun 10, 2013 11:04 pm

Enquanto a discussão dos dois corre solta sem que ninguém sequer perceba, o dia pela cidade passa aos poucos. Estão beirando o finalzinho da tarde, por isso as vela acesas no recinto alguns momentos antes. Uma coleção gigantesca de manuscritos, estes antigos ou recentemente recebidos por uma enorme variedade de fontes distintas encontra-se posta em pilhas e se arrasta por duas mesas em direção a uma parede rústica, feita em madeira, esculpida pelos construtores originais da construção. Aquele local tem certa movimentação durante o período diurno apenas, já que poucas pessoas em Edirforth gostam de passar a noite fora de suas respectivas casas. Os únicos estabelecimentos a permanecerem abertos até tarde da noite são tavernas, bares... E quaisquer tipos de casas noturnas.

A vida na cidade, aos poucos, restringe-se apenas às moradias das pessoas. Ou às casas noturnas, tavernas e bares abertos.

Porém a real atividade permanente por quase a noite inteira irá permanecer no porto da cidade. O porto é tão movimentado e tão bem ilumidado para receber as embarcações que, sem dúvidas, pode ser observado à distância de onde Peacock e seu colega estão.

Quanto ao clima, permanece aberto.

A Lua, aos poucos, começa sua aparição pelos céus, mas ainda está baixa no horizonte.
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Edirforth   Qua Jun 12, 2013 12:39 am

Tendo acabado aquela falação toda, Peacock libera o colega e resume quasiquer tipos de pensamentos, positivos ou negativos, sobre seu país. Àquele momento claro, as estrelas já são visíveis pelos céus límpidos enquanto o Sol dá seus últimos suspiros de presença e se esconde por detrás das cadeias montanhosas situadas à distância. Com as velas acesas para provê-lo luz suficiente, começa a redigir alguns documentos. Não se sabe quais - ele escrevia e enviava muitas coisas pelo Reino Unido quase diariamente em especial para as regiões próximas até Londres - mas são fundamentais para fixar toda uma ideia de liberdade ao povo Britânico de que são livres para ter a própria cultura sem se envenenarem com as ideias impostas por terceiros. Ele SABE que toda a classe clássica do país está revolta, especialmente com Arthur (uma revolta em vão, já que está morto), por ter introduzido os Cristãos ao país daquela forma danosa e corrosiva. O que se via? Nada da cultura original Inglesa. Apenas malditos padres perambulando por aí tentando chamar os conversadores para conhecerem seus absurdos.
Com a iluminação extra provida pela Lua, sua mente é, por igual, "iluminada". Pode agora redigir quantas páginas quiser para a imprensa, bibliotecas da cidade, viajantes, todos os mensageiros e população em geral de que uma guerra se aproxima. E que a cooperação de todos quando os tempos turbulentos vierem será necessária. Será demandada. Apenas um povo unido consegue força suficiente para alterar um quadro aparenemente estável e aceito pela vasta maioria dos Ingleses. Apenas um movimento cuidadoso com exércitos e derramamento de sangue conseguirá libertá-los das garras da Igreja. Enquanto isso é fato, NÃO PODE, Peacock, apressar a chegada dos conflitos. A Inglaterra precisa estar pronta e preparada. Aliados serão precisos.

E um dos maiores aliados, com certeza, é a Bulgária e todos os países Nórdicos que, por enquanto pelo menos, esbanjam da diversidade cultural e liberdade populacional pelas quais possuem por vários milênios. Mensageiros foram enviados para as terras búlgaras e nórdicas a apenas quatro dias, mas levarão semanas até que possam cobrir toda a vasta distância territorial entre as localidades. Até lá, preocupa-se em saber Peacock, estarão ou não os primeiros Cristãos atracando em suas terras? Como será a situação? O que estará acontecendo? Haverão guerras? Pequenas, grandes? Sem nenhuma resposta imediata em mente, espera pelos resultado. Pede aos deuses que deem força suficiente aos povos não Cristãos para que suportem o máximo possível de tempo antes que suas sociedades sejam destruídas num piscar de olhos.
HÁ uma guerra acontecendo, embora secreta. E a guerra é Cristãos contra Pagãos. Esta um dia passará do cunho secreto e estourará numa mega guerra continental européia graças aos esforços por Doocy introduzidos nas terras nórdicas para manter as pessoas cientes de que o momento se aproxima. E que cada um precisa se ajudar. Mas, repentinamente, ele interrompe todos os pensamentos para resumir as escritas tão importantes que serão enviadas aos búlgaros e nórdicos aquele dia mesmo. Sente-se em pressão. Mas responde às pressões ganhando tempo com seus documentos, aceitos por vasta parcela da população conservadora Inglesa.
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