Medieval Legends 2013
 
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 Cidade de Londres

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MensagemAssunto: Cidade de Londres   Dom Maio 19, 2013 8:23 pm

Londres foi uma cidade fundada e ocupada pelos Romanos em 43 d.C., originalmente conhecida por "Londinium". É situada às margens do rio Thames (Thames River) e, graças a isso, tem acesso ao comércio provindo dos mares, embora seja uma cidade desvinculada ao reino de Camelot. A etimologia de Londres é desconhecida. Ela é recordada em 121 d.C. como Londinium, o que remete a uma origem Romano-Inglesa. A partir de 1898, porém, foi aceito que o nome tem origens Celtas e significa local pertencente a um homem chamado Londinos; esta explicação sido, porém, rejeitada. É provável que tal nome seja derivado do Antigo Europeu pré-Céltico "(p)lowonida", que significa "river too wide to ford" e tenha sido dado graças a parte do Rio Thames que flui em sua localização.

A cidade em si já possui oito séculos de história e população, porém, não maior do que 50 mil habitantes graças ao estilo de vida extremamente camponês levado pela sociedade Medieval. É, entretanto, um dos poucos centros urbanos considerados prósperos a se manterem fortes. A cidade é constantemente visitada por barcos, mesmo navios mercantes, com vários propósitos além das linhas comerciantes.

Vários pequenos e médios "portos" residem às margens do Thames.


Estrutura das construções e ruas de Londres
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Bronn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Seg Jun 03, 2013 8:22 pm

Apenas mais um das dezenas de barcos comerciais que chegam diariamente a Lundene (Londres) doca em um de seus portos. Devido à ponte romana que cruza o Temes (Tâmisa) naquela cidade, apenas os menores barcos comerciais conseguem navegar rio adentro sem que seu mastro se quebre na hora de passar por baixo daquela construção monumental. Portanto, aquele barco atracou no lado oriental ao da ponte, na antiga cidade romana, que já estava meio-vazia devido a crença de diversos cristãos que os fantasmas dos antigos romanos que moravam ali ainda assombravam seus edifícios.

Isso formava duas cidades: a Lundene velha, a parte romana, localizada ao lado leste do rio Fleot (Fleet), que ficava acima de um morro, era cercada por uma muralha e suas casas e edifícios eram predominantemente feitos de mármore. Possuia certa infraestrutura, com esgoto, ruas pavimentadas, um palácio de onde os antigos líderes romanos governavam a ilha, era onde se localizava a ponte que cruzava o Temes e onde estavam situados todos os portos que ligavam Lundene ao mar. Enquanto isso, do lado oeste do rio Fleot, estava situado a cidade nova, feita pelos moradores, sem qualquer muro e com casas feitas de madeira e palha, sem qualquer infraestrutura.

O navio referido, óbviamente, por não poder atravessar por baixo da grande ponte, atracava na cidade velha. Os escravos paravam de remar e já se levantavam para começar a carregar a carga que o navio trazia ou ia levar. Porém, no navio, também haviam homens livres. O capitão e seus "assistentes", que ajudavam a colocar os escravos na linha, e um homem em especial, que não usava as vestimentas de um marinheiro qualquer. Ele usava roupas de guerreiro, e portava as armas de um. Discretamente, se levantava, dava uma moeda de prata ao capitão e desembarcava.

Bronn, como é o nome desse homem em peculiar, olhava para as muralhas brancas e sujas que cercavam a cidade. Como não era a primeira construção romana que via (e também sabia que não seria a última), o guerreiro não ficou impressionado, e adentrou na cidade sem muitas cerimônias. Como não chegara nem ao meio dia, começou a vagar pela cidade. Facilmente, descobriu a divisão da cidade (descrita acima) e, apesar de ser dividida em duas, a parte romana ainda era muito movimentada, principalmente pelo fato de que era ali que atracavam todos os navios que vinham do outro lado do mar.

Bronn andava calmamente, com sua mão direita co cabo da espada (ainda na bainha), apenas observando, até alcançar o principal mercado da Cidade Velha, que, não por coincidência, se localizava logo à frente do palácio de onde governava e morava os antigos líderes romanos que mandavam naquela ilha. O guerreiro, discretamente, andava sobre as barraquinhas, apenas observando o que elas ofereciam, e não deixava de notar os guardas que estavam ali para "manter" a segurança. Como medida de precaução, Bronn analisava criteriosamente quantos eram, quais suas condições físicas e seus equipamentos, enquanto aparentava ser apenas mais um cliente no meio de todas aquelas pessoas.
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Seg Jun 03, 2013 11:09 pm

A movimentação por Lundene (ou Londres) sempre foi até que bastante agitada. Em especial durante os anos recentes, já que a cidade vem acompanhando crescimento de expressiva notoriedade. Apesar da movimentação de apenas barcos pequenos comerciais - já que estão mediante uma cidade - com pontes - e isso sim dificultaria demais passar ao uso das maiores embarcações pelo Tâmisa - a rede comercial Londrina é extensiva. Senão uma das maiores pelo Reino Unido. Mesmo um tanto vazia, a antiga cidade Romana ainda possuía alguma movimentação notável. Não estava deserta.

Sim, a cidade velha era menos movimentada, como antes dito. Assim que todos os servos (ou melhor dizendo escravos) paravam de remar e começavam com o trabalho de levar as mercadorias em direção às zonas portuárias da cidade - pelas quais serão, certamente, distribuídas não apenas por Londres propriamente dita MAS por outras partes do Reino Unido como um todo - uma melhor imagem do local é revelado. A maioria das pessoas ali ou são cidadãos comuns ou trabalham ajudando com tudo o que chega ou sai da cidade.

Bronn pode observar a movimentação das pessoas em todas as direções. É um dia calmo, um pouco nublado, mas mesmo assim, ensolarado o suficiente para não indicar uma chuva iminente. Graças a grande movimentação pela parte romana, não deve ter sido difícil a ele se misturar às pessoas sem ser percebido ou discernido por pessoas peculiares ou alguém em particular.
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Gherant Daqn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Ter Jun 04, 2013 5:27 pm

*Enquanto a cidade se movimentava como o normal, Gherant, ou Senhor Daqn (ainda não detém o título de Lorde por seu pai estar vivo - apenas assim poderá esbanjar-se das regalias propiciadas pela nomeação), despreocupado com a situação civil local MAS muito interessado pelas picuinhas políticas que envolvem o Reino Unido durante o todo aquele período histórico, observava o dia por detrás da janela de sua residência até que bastante expressiva, localizada pelo lado romano da cidade, não tão distante dos portos.

É uma moradia feita de mármore com vários detalhes em madeira, típicos de muitas arquiteturas da época. Estava um tanto silenciosa - afinal de contas - mora a sós - tentando não ser identificado por uma pessoa remanescente do Paganismo Inglês inserida direta e cuidadosamente em solo Britânico. Lógico que tem conseguido se suceder. Até mesmo tem se comunicado secretamente com o próprio pai, agora em terras Nórdicas, através de cartas e manuscritos.*

*É claro, também, que suas intenções verdadeiras com o controle Inglês SÃO, e VÃO ser, por grande período de tempo, desconhecidas. Aliás, quais pessoas poderiam ser bem confiadas em um país totalmente convertido ao Cristianismo - pelas quais apenas poucas - próximo de nenhuma pessoa - aparenta seguir os costumes originais do povo Britânico? A resposta seria nenhuma; ainda mais graças às pressões impostas pela expansão perigosa e ameaçadora da Igreja Católica.

Senta-se em uma cadeira feita de madeira, à frente duma mesa em igual material - com algumas velas à disposição acesas para conferir certa iluminação extra para aquele ambiente mais ou menos escuro. É hora de pensar. Pensar algumas manobras com relação ao Estado. Se deseja obter controle do que Arthur deixou para seus descendentes? Não... Isso seria considerado traição. Pelo menos por agora. Coloca-se a pensar em como iniciar as manobras políticas que influenciarão as personalidades mais importantes a realizarem movimentos revolucionários em prol da restauração do que foi perdido graças ao chamado Cristianismo.*
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Anir
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Ter Jun 04, 2013 6:06 pm

*Um homem, com vestes simples por cima da armadura, caminha pelas ruas de Londres. A cidade que já foi o ápice do poder dos antigos deuses hoje estava tomada pelos cristãos.
Levava pouca coisa. Sua armadura completa sem o capacete e sua espada com seu escudo pendurados.
Além disso, possuía anéis de ferro nos dedos, forjados com as espadas de seus inimigos derrotado.

Já não tinha espaço nos dedos para tantos anéis, que agora se penduravam no cinto.
Seu único apetrecho de valor era seu colar em forma de chifre. Uma clara adoração a Cernunnos, Senhor do Mundo.

Seu rosto era cansado, com algumas cicatrizes a mostra. Do seu lado caminhava um homem maior e ainda mais forte, trajando roupas mais curtas, que exibiam inúmeras cicatrizes. E as mãos igualmente cheias de anéis de guerreiro.
Ambos saiam da reunião de Mitra, deus dos guerreiros.
Um culto onde só os provados em batalha podiam entrar, e deveriam ser aceitos por unanimidade pelos seus membros.
Eles tinham acabado de aceitar mais um entre eles, e estavam fedendo a sangue de touro, que foi o sacrifício a esse novo membro.*

- Culwhich, avise aos homens para estarem prontos. Amanha retomaremos nosso treinamento. Vejo uma guerra grande vindo por ai...

*Ao passar próximo a uma igreja cuspo a seus pés para afastar o mal.*

- Malditos cristãos... Se dessem esse dinheiro todo que eles colocam nas igrejas para as tropas, teríamos equipamento muito melhor. Mas não, ficam fazendo homenagens a esse Deus Cristo.

*Olho para Culwich, meu segundo em comando.*

- Meu amigo, vá. Prepare as coisas e me encontre amanha no campo de treinamento.

*Culwich me cumprimenta e parte. Sigo então para uma taverna próxima, procurando algo para beber e um lugar para passar a noite*
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Bronn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Ter Jun 04, 2013 7:40 pm

Por coincidência ou vontade de Deus (ou deuses), os caminhos de Bronn e Anir se crusam pela primeira vez. Enquanto andava pelas ruas romanas da cidade velha, repara ao longe dois guerreiros de semblante notável. De início, não deu atenção, apesar de observá-los com um olhar analítico. Porém, o menor deles chama a atenção ao cuspir na porte da igreja em plena luz do dia, aos olhares de todos que passavam, o que mostrava que esse não tinha medo de que a opinião pública, controlada pelos padres, se voltasse contra ele.

Ao se aproximar um pouco mais, Bronn conseguiu distinguir o cheiro de sangue, sinal de morte. Talvez a resolução de um conflito banal entre bêbados (apesar de ser improvável homens bêbados a essa hora do dia) ou, o que o mercenário achava mais provável, um abuso de poder por parte de alguém, tanto do capitão quanto de seus superiores. Isso era mais que comum na época, e um assassinato cometido por um dos membros da guarda da cidade não seria novidade aos ouvidos de muitos.

Discretamente, Bronn seguia ambos, procurando descobrir pelo menos a quem reportavam. Ao se dividirem, escolheu acompanhar o menor, já que esse se mostrava mais extravagante, e poderia soltar informações mais facilmente. Após Anir entrar na taverna, o mercenário dava um tempo de um ou dois minutos para entrar logo em seguida, e observar o capitão de longe.
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Gherant Daqn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Ter Jun 04, 2013 8:33 pm

*"I think that stay here all the time is annoying...", pensou Senhor Daqn, ao passar não nais do que vinte minutos sentado frente à mesa em madeira, tentando escrever as próximas e desconhecidas "premissas" a serem entregues ao pai nas terras Nórdicas dentro das várias semanas que ainda se passariam. Levantou-se calmamente. Observou o equipamento uma vez usado por sua pessoa enquanto se mexia muito mais como guerreiro, mas não deixou de pegar ao menos uma espécie de machado cuja forma era bastante não usual. Estava, é claro, limpo. Não via guerras a décadas.

Isso não quer dizer, lógico, que o Senhor estava desprepadado para dar jeito em uma leva de malfeitores considerável se ela aparecesse. Desceu as escadas em madeira do local onde reside. Observou com cuidado através das frestas em vidro da porta principal para ver se não estava sendo observado; no passado, costumava ser bastante inspecionado por pessoas desconhecidas. Ao perceber sinal "verde", saiu pelas ruas movimentadas da cidade romana, por onde se misturou aos demais civis.

Daqn parecia não seguir ninguém em específico. Ele também não precisava: não era sua missão, não era um mercenário a procura de enriquecimentos caçando os outros. Mas já havia deixado de antemão, com alguns contatos pessoais que encontrou logo ao sair, que os planos para a retomada do Reino Unido como entidade livre dos métodos Cristãos já estava sendo posta em plano.

Procurou seguir para alguma taverna, ou local onde conseguisse refrescar a cabeça e conseguir algumas informações adicionais sobre vários assuntos.*
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Anir
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Ter Jun 04, 2013 10:29 pm

*Chegando na taverna reconheço o taberneiro. Um antigo companheiro de batalhas que tinha se ferido gravemente e agora seguia uma vida pacata.*

(Gallad)- Meu velho Anir! Como andas?

- Grande Gallad! Vou muito bem! Ainda adorando o Deus Cristo?


*Gallad dá uma risada, lembrando velhas provocações*

(Gallad)- Mas claro que sim! E vejo que você continua louvando esse chifrudo ai né? O Bispo Cewint diz que ele é o próprio Diabo!

*Sorrio e o abraço como um irmão. Logo peço uma cerveja e vou me sentar. Gallad me serve uma boa refeição de porco.
Um soldado que servia a minha tropa chega e me cumprimenta.
Saboreio a minha refeição, fico conversando com meu soldado e observando as pessoas que vem e vão. Sempre tentando imaginar quem são e porque estão ali*
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qua Jun 05, 2013 12:09 am

As pessoas presentes na taverna não agem de maneira diferente. Aquele era um dia normal, pelo menos por enquanto e no que se refere a vida um tanto quanto "pacata" dos moradores daquela cidade. Nenhuma novidade por enquanto.

A verdade é que a questão religiosa naqueles tempos era algo muito nítido a ser tratado. Muitos ingleses tradicionais se recusavam a ser converter ao "novo" Deus judaico-cristão. Muitos deles eram convictos de que tal crença traria problemas a Europa no futuro. Isso é algo que ainda seria posto a prova.

Enquanto o futuro não chega, os cidadãos da taverna continuavam a beber, brincar e a apostar em jogatinas comuns àquela hora do dia.
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Bronn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qua Jun 05, 2013 4:43 pm

Bronn, procurando não chamar muita atenção, logo pedia uma bebida, e começava a andar pela taverna, alternando entre uma roda de conversação e outra. Procurava agir de modo discreto, e das conversas ouvidas dos vários clientes, extraía o máximo de informação que podia acerca do local, da ilha e de seus costumes. Após um certo tempo perambulando pela taverna, decide ir direto ao balcão. Ao chegar lá, tenta aparentar uma certa despreocupação com o ambiente e as pessoas a sua volta. Com uma voz monótona e descontraída, falava com Gallad:

(Bronn)
- Você poderia me dizer que lugar é esse? Essa é realmente a Inglaterra da qual ouvi falar?

O mercenário olhava descontraidamente para o taberneiro. Não aparentava muito interesse em sua voz, mas demonstrava uma imagem um tanto chamativa, já que andava com armas e uma cota de malha, equipamento relativamente difícil de ser possuído por qualquer reléz naquele tempo (e nos séculos seguintes).
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Gherant Daqn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qua Jun 05, 2013 5:10 pm

*O mais interessante de tudo é que Senhor Daqn, sem perceber, se aproxima da mesmíssima taverna pelas quais Anir e Bronn haviam entrado a pouquíssimo tempo atrás; aquela era uma das tavernas mais próximas à sua residência, e uma das que ele mais bem conhecia por frequentá-la frequentemente de alguns anos em direção ao presente. Ainda sim ao cruzar as ruas da cidade, mantém-se bastante atento às pessoas e lugares. Ele sabe que é conhecido por um grau mediano por aquela região e que, mesmo medianamente, as possibilidades de assassinos ou mercenários o atacarem ainda deve ser considerada. Mas não está especialmente preocupado com isso.

Cumprimenta algumas pessoas, se aproximando do estabelecimento. Ali parece ser a zona que mais conhece gente. Troca algumas palavras, para por instantes, brinca, ri, até mesmo gargalha, dependendo do assunto. Porém Daqn nunca muda de ideia, precisa ele, SIM, ir àquela taverna para procurar algo à beber, comer, passar as horas. Tem enfrentado tensões muito grandes de alguns dias até agora. Em principal: parece que seu próprio pai está tentando usurpar suas verdadeiras capacidades; é apenas uma suspeita que ele guarda consigo mesmo, mas... Não pode deixar de negar.

Suspira. Antes de entrar na taverna, resmunga algo como "Doocy is going crazy..."". Abre as portas do local muito bem conhecido momentos depois e, aos poucos - como lhe é de costume - caminha para dentro com passos sorrateiros, como de alguém que não quer brigas, apenas beber e relaxar. O ambiente sempre lhe foi agradável... Agora, segue calmamente em direção ao balcão pelas quais Gallad, o taberneiro, se encontrava atendendo as pessoas...*
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Anir
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qua Jun 05, 2013 8:29 pm

*Com o passar do tempo a comida vai sendo digerida e a bebida subindo a cabeça. Paro antes de ficar bêbado ou mesmo tonto, mas meu colega não.
Com o alterar da bebida, meu soldado se levanta e brada rindo e desafiando*

(Briac)- Homem que for homem mesmo, desafia meu capitão para uma luta!

*Sorrio embaraçado mas deixo meu homem gritando. Não iria interromper um dos seus poucos momentos de alegria. Muito menos sabendo que esse poderia ser um dos ultimos que ele poderia ter.
Briac ri mas continua seu desafio. Gallad acha graça mas grita*

(Gallad)- O Capitão é o melhor guerreiro da região! Pago 5 canecas se alguém o vencer!
(Briac) - Eu pago 2!


*As provocações e desafios continuam e eu, rindo, fico assistindo a tudo isso*
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Bronn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qua Jun 05, 2013 9:40 pm

Bronn apenas observa o andar do clima no bar. Ouve a provocação do soldado, mas nem liga para isso, pois algo mais chama sua atenção. Um homem, velho, com roupas extremamente elegantes, adentra na taverna. Por coincidência, pára logo ao lado de Bronn no bar. O mercenário o observa atentamente. Rapidamente já deduziu que se tratava de alguém da classe alta, um sir ou nobre. Imagina o que uma pessoa com um alto status estaria fazendo no meio da plebe. Isso não era comum. Pelo menos não na sua terra.

Quando Gherant pára ao seu lado, evita olhá-lo diretamente, e continua bebendo sua cerveja. No entanto, não parecia querer esconder o fato de que havia se interessado do velho, já que era um mercenário, e sempre há a possibilidade de um Lord procurar por mercenários para substituir um ou outro guarda que acaba morrendo em uma briga de bêbados.
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Gherant Daqn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qua Jun 05, 2013 10:14 pm

*Gherant procura não observar exatamente quem se encontra nas proximidades assim que entra na taverna - este é seu costume de anos - para não se deparar com suspeitas potencialmente de perigo e OU indesejadas. Sim, é Lorde, é proveniente das famílias ricas do Reino Unido, tem muito o que contar e fazer por sua pátria. Mas não tem tempo a perder discutindo centenas de bobagens. Senta-se numa cadeira próxima à mesa pelas quais Gallad se situa (e, provavelmente, Anir e companheiros). Não reparou em todos, mas escutou gargalhadas, risos. Viu jogos, uma ocorrência normal para aquele tipo de lugar, especialmente em fins de tarde.

Coloca-se a pensar. Não sabe exatamente quais serão seus planos futuros para a retomada total do que os Ingleses perderam graças às traças semeadas pelo Cristianismo, talvez... Houvessem métodos muito imperceptíveis para juntar seguidores. Mesmo apoiadores, tendo em mente que a maioria do povo Inglês mais conservador parece refutar as ideias Cristãs impostas ao país na época em que Arthur reinava sobre este pedaço de terra. Mudava a feição rapidamente ao se desligar do assunto, agora, mais do que nunca, precisava relaxar. Estava com uma leve dor-de-cabeça, sinal de estresse.

Mais uma olhadinha ao redor para ver se estava sendo observado. Já que não conseguia constar as ações alheias das pessoas em potencial que poderiam está-lo vigiando, permaneceu quieto. Talvez esperasse algo novo ocorrer.
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qui Jun 06, 2013 1:49 am

*As brincadeiras vão tendo seu rumo. Nenhum dos homens na taverna aceita o desafio. Talvez conhecessem minha reputação, talvez só não queriam se incomodar.
Levanto minha caneca a Gallad. O tempo já passava e já devia me retirar. Faço um ultimo brinde.
Grito através do bar*

- Um ultimo brinde meu amigo Gallad. Um brinde a Cernunnos, o senhor do mundo! E um brinde ao seu Deus Cristo! Que ele suma das minhas terras!

*Eu e Gallad rimos bastante. Mas alguns se calaram depois dessa declaração. Provavelmente seguidores de Deus Cristo.
Dou um gole em minha bebida. Jogo um saco para Gallad, pagando antigas dívidas. O cumprimento com um olhar e me retiro da taverna.
Saio e percebo o quanto tempo tinha estado ali. Me espreguiço e começo a caminhar lentamente pelas ruas de Londres, sem rumo, sem direção.
Esperando o tempo passar.*
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Bronn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qui Jun 06, 2013 6:36 pm

O descontentamento com o comentário de Anir foi claro. Não foram poucos que fecharam a cara quando o capitão insultou seu Deus. Quando o soldado estava cruzando a porta, um homem, com vestimentas pobres, se levanta, com uma faca na mão direita e vai correndo na direção de Anir, enquanto grita:

(Civil)
- MORRA PAGÃO!!!

Devido a rapidez do acontecimento, era provável que o capitão não conseguisse se virar a tempo para se defender do assassino. No entanto, isso não fora necessário, já que uma flecha atravessava o crânio do homem quando estava a menos de um metro de Anir. A força da flecha e a velocidade com que corria o impeliu de modo que se esparramasse no chão logo do lado do militar. Os amigos do cadáver gritaram de espanto e se levantaram também, alguns mostrando armas. Ao procurar pelo autor do disparo da flecha, todos viam Bronn pendurando seu arco no próprio corpo, caminhando na direção de Anir e dizendo:

(Bronn)
- Não sei quem seria idiota de atacar um soldado do rei. Sabia que a Igreja fazia gente estúpida, mas isso...

Ao ver a pose ameaçadora dos amigos do homem morto, Bronn retira sua espada média da bainha e se posiciona próximo a Anir, esperando a investida que certamente viria.
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Gherant Daqn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qui Jun 06, 2013 8:19 pm

*Gherant deu uma olhada para trás após escutar os gritos de um cidadão Cristão. E agora, sabia que era referido ao Pagão, Anir, que não conhecia de nome, mas observou deixando as dependências da taverna há pouco tempo. Ou seja: a presença de Pagãos pode ser maior do que ele esperava, uma excelente notícia que não pode ser desperdiçada. Mas, como é sábio o suficiente, afasta-se o possível da potencial briga para evitar ser pego no meio dela. Caso fosse, o machado estaria preparado para amassar os respectivos crânios dos ousadores. E se Cristãos, não demonstrará pena alguma. Assim que o homem sai correndo atrás de Anir com uma faca, querendo matá-lo, Gherant sorri.

Mas até que ponto aquela potencial briga poderá se proliferar? Muitos se levantam e vão e, direção ao cadáver morto por Bronn. Alguns impressionados, outros molestados pelo acontecimento, outros muito perplexos com o que ocorrera naquele mesmo instante. Um comverseiro ergue-se imediatamente. Vozes de ameaças a Bronn são ouvidas. É provável que vários guerreiros, ou experientes lutadores pelo menos, tenham se levantado. O ar, outrora calmo e divertido da taberna agora se transformou em algo incerto. E mais uma vez, Gherant se aproveita da situação, agora mais distante do tumulto geral, para realizar uma pequena nota de como a situação dos Pagãos e Cristãos está na Inglaterra, pelo menos, em Londres.

- The best thing is: they will probably fight. But the worst is: Imdo not know who, exactly, will win the fight. - pensa consigo mesmo.

Os mais acuados da zona do desentendimento, que normalmente são pessoas mais comuns que não querem briga, entreolham-se. Aquela não era, definitivamente, uma cena comum de se ver dentro daquela taberna. Com o caos implantado, é questão de pouquísimo tempo até que lanças cruzem o ar dentro do estabelecimento e espadas se encontrem em múltiplos duelos... Haviam Cristãos E Pagãos ali dentro.
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Anir
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qui Jun 06, 2013 9:35 pm

*Ao ver o Cristão se levantar apenas apoio a mão na copa da espada. Antes mesmo do saque o homem cai morto. Certamente um guerreiro experiente e ágil. Solto a mão da espada e sorrio olhando para meu defensor.*

- Muito bom meu caro homem. Minha tropa retomará seu treinamento diário amanha. Muitos saques estão nos esperando. Podemos fazer bom uso das suas habilidades.

*Quando termino de falar, meu soldado, que estava bêbado, toma uma seriedade assassina. A mesma que ele assume ao enfrentar uma parede de escudos. Apoio a mão no ombro dele.
Gallad estava sério observando, mas eu mantinha um sorriso no rosto.*

- Senhores, vocês não querem combater Briac aqui, e mais, vocês não querem me combater.

*Ainda com um sorriso no rosto continuo conversando.*

- Vocês podem ser até algumas dezenas, mas Briac sozinho já matou mais de 50 homens e bem, eu sou seu Capitão, então acho que conseguem imaginar como consegui esses anéis de guerreiro.

*Aponto para os anéis nas mãos e os pendurados. Era um prática antiga, quase morta nos dias de hoje, mas ainda reconhecida. Aneis de Guerreiro mostrava quem realmente ia pra guerra, e quem realmente matava seus oponentes.*

- Consigo apostar com vocês que mato pelo menos uns 5 antes de qualquer um me encostar. Agora, vocês vão se sacrificar pelos outros?

*Mantenho um sorriso. Olho para Bronn.*

- Talvez esse bom senhor também irá tomar o meu lado, e imagino que vocês também não queiram enfrentá-lo. Eu sou um guerreiro de Mitra, talvez alguns não conheçam o Culto, talvez alguns conheçam. Mas saibam que o grande Rei Arthur foi um dos membros na sua época.
Um culto onde só os mais provados em batalha podem entrar. Então repito, vocês vão querer me enfrentar?


*Mantenho o sorriso e a mão na copa da espada. Observo o local, pronto pra sacar a lamina e desferir um golpe em menos de 2 segundos.*
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Bronn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qui Jun 06, 2013 9:54 pm

Os homens ouviam as palavras de Anir com atenção. Após alguns segundos de reflexão,eles decidem que não valeria a pena tentar lutar pela honra do morto, se não mais lutas seriam necessárias até que todos fossem honrados. Depois de um tempo se encarando, um dos homens murmurava algo, e se sentavam novamente. Com os ares se tornando calmos novamente, Bronn guardava a espada na bainha. Voltava seu olhar para o capitão, e dizia:

(Bronn)
- Bebe cerveja?

Sem esperar resposta, Bronn volta para o local onde estava sentado minutos antes. Gallad, rapidamente puxa mais dois copos, para Anir e seu companheiro. O mercenário continuava a beber tranquilamente, como se nada tivesse acontecido, e esperava por uma resposta do capitão ou de seu amigo.
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Gherant Daqn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Qui Jun 06, 2013 11:13 pm

*Após a conclusão dos fatos numa solução não belicosa (Gherant ainda tenta descobrir o que houve - as pessoas antes estavam tensas demais para um conflito ser considerado óbvio), se aproxima do balcão pelas quais algumas pessoas, incluindo Bronn (e talvez Anir), estão bebendo e conversando. Gallad, o taberneiro, puxa automaticamente um copo de bebida para sua pessoa. O primeiro gole é espontâneo, sem maiores, nem menores, pensamentos adversos ou oportunos. O segundo gole já parece envolto em sombras. O que ele irá dizer para o pai durante seus próximos relatos sobre as tensões religiosas na Inglaterra? Existem... Cristãos defendendo Pagãos?

Olha na direção de Bronn, de preferência enquanto o mesmo não está olhando para a mesma direção. E tira as próprias conclusões pessoais sobre quem poderia ser aquela figura. Se Daqn não se lembra da pessoa, é muito provável que não conheça. E estranhos são ou curiosos em seus atos, ou perigosos. Independente do que for Bronn (ele não sabe que é Mercenário), tenta não reunir os melhores pensamentos possíveis sobre ele. Não agora. Não até que, uma dia talvez, consiga conversar. E muito aos poucos, os antigos ares de calmaria e brincadeiras começam a retornar dentro da taberna (isso era até que bastante esperado, as pessoas tendem a se portarem mais calmamente após o clima duma situação se passar ou for resolvido).

Mas não tira o fato de que Gherant esteja, imperceptivelmente, observando as ações feitas pelo Mercenário...*
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Dwalin Fundinul
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Sex Jun 07, 2013 12:01 am

O grupo era pequeno, e viajavam em grande lentidão, duas carroças e fora um pônei para cada um dos anões, era um grupo mercantil, o mais velho de todos os anões era Fírgan, que já se encontrava próximo de seu tri centésimo aniversário, velho e de longa barba, caminhava com sua bengala de ferro com uma coroa de prata na ponta de sua mão, vivia sendo seguido por um mascate chamado Ganido, ele era o mais renomeado artesão e arquiteto de todos os povos dos anões, velho e orgulhoso, montava o dorso de seu pônei negro com uma cela diferente, era especial e tinha um conforto para as costas duras do ancião, conforme o pônei seguia, a longa barba branca do mestre engenheiro seguia balançando de um lado para o outro, vivia acompanhado por seu assistente; Dorian, um anão de barba curta e amarelada. Seus companheiros eram dois de seus parentes; seu filho Frurín, cuja barba ainda não passava do queixo, negra como carvão, seu irmão Forgín, cuja barba era muito menor que a de Fírgan, e ainda mantinha uma coloração negra, mas um esbranquiçado próximo de sua boca, o outro era Jurn, um gordo anão que geralmente seguia na carroça principal, puxada por dois cavalos. E Winhulf, o contador do Lorde de Belegost, enviado para Londres para as compras do lorde, comida principalmente, fora minerais.

[Winhulf]- Chegamos tarde demais, o mercado já é tarde demais. Teríamos chegado cedo se Jurn não tivesse conseguido lascar a roda naquela pedra!


O velho artesão coçou a garganta, e escarrou nas ruas da cidade, anões e elfos não eram mais tão bem vistos como no passado, não agora com o novo deus ganhando voz, e seu filho Jesus.

[Fírgan] - Vão indo para a estalagem da velha Berta, eu e Dorian vamos até a taverna.

Seu irmão Forgín, respondeu alguma coisa que Fírgan ignorou ao ponto de não ter ouvido quando falou. Em trotes calmos seus pôneis iam na direção do local mais próximo, não havia nada que o artesão não gostasse mais que beber, e bebia em grandes quantidades, selaram seus pôneis na porta do local, Dorian leu o nome, mas leu muito baixo, infelizmente a audição do anão velho não era muito boa. Desceram dos pôneis, Dorian trajava mantos de cor marrom bem escura, Fírgan ja utilizava um gibão de lã branca, com vestimentas de couro negro por baixo, ao peito estava entalhado em seda dourada o símbolo de Durin, de um martelo batendo contra uma bigorna, em seu cinturão havia uma pequena espada curta de cabo muito usado, sua bainha era de couro simples, do outro lado havia um pequeno machado de um gume, perfeito para sua mão livre, enquanto a outra batia sua bengala ao chão, fazendo o som do metal ressoando contra o piso, Dorian levava um machado similar na cintura e um martelo de uma única mão do outro lado do cinturão. Fírgan pegou sua gorda bolsa com moedas de ouro e prata, em suas botas de couro negro ele caminhava calmamente, seguido por seu mascate; Ganido.

Quando abriu a porta da taverna, o ar quente que veio ao rosto, lhe arrepiou os pelos da nuca, a viagem foi longa desde Khazad-dûm, o local estava cheio e ocorria gritaria, parecia que alguma briga estava acontecendo, Dorian manteve seu martelo em mãos, afastando-se e sem falar nada, seguiu até uma mesa livre em um canto, achando que Fírgan ou Ganido o seguiam. Mas o anão enxerido tomou seu rumo por entre a multidão, batendo com a bengala em canelas e apertando fortemente contra pés, pedindo licença de maneira rústica enquanto gritou.

- Duas moedas de prata no maior! Duas moedas! - Se divertia com tudo, quando se lembrou do cão, virando-se para procura-lo, ele havia entrado na multidão com ele também, antes que pode pensar duas vezes, o velho ancião tropeçou por sobre o mascate e caiu para uma área mais livre, quando se ergueu após alguns momentos, ele pode ouvir risos e alguém comentando ao longe.

- Vão lutar contra um velho anão agora? - E muitas vozes riram juntos.

O anão se ergueu o mais rápido que pode, em um assobio, o cão veio ao seu lado, com a mão livre puxou seu pequeno machado e com a voz seca mas forte ele urrou.


- Quem foi que me chamou de velho? Foi um de vocês dois? - Apontou o machado para o mercenário, e depois olhou para o soldado armado. - Eu ainda consigo partir vocês dois ao meio e espremer a ambos e fazer um bom vinho!

O Cão latiu uma ou duas vezes, não era um mascate dos mais ferozes, mas Fírgan gostava muito dele.
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Anir
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Sex Jun 07, 2013 12:39 am

*Dou uma risada com todo esse circo. Aperto os ombros de Briac e ele guarda a espada. Ainda com a mão na copa da espada, rio ao ver o velho caindo e depois me ameaçando.*

- De forma alguma lutarei com o senhor! Talvez aquele senhor ou Gallad, que está coxo, manco, e não enxerga com um olho pode ter uma batalha mais justa.

*Aponto para Gherant quando falo para o velho. Dou uma risada e grito para Gallad.*

- Meu velho amigo, sirva a esse senhor anão uma boa caneca de cerveja na minha conta, como boas vindas!

*Dou um sorriso simpático ao Anão e sigo Bronn para o balcão. Viro para ele e dou um gole leve na cerveja. Briac volta a suas festas.*

- Então, interessado em se juntar a melhor tropa de Bretanha?
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Dwalin Fundinul
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Sab Jun 08, 2013 1:22 am

O velho anão ria também juntamente com todos os presentes, mas caiu em gargalhadas com a pergunta do cavaleiro armado. Colocando seu machado de volta na cintura, apontou para seu mascate.

- É mais provável e seguro que entreguem a espada e escudo para o cachorro, tenho certeza que ele vai usar melhor do que eu! - E ria em gargalhadas profundas. - Sou muito grato, mas infelizmente a Bretanha não pode pagar meu preço como o Rei dos Anões de Wundo o faz. Venham! Sentem-se!

Caminhou com sua bengala para a mesa que seu aprendiz mantinha ocupada, chamava a todos que estavam com o homem, e mesmo os que não conhecia, o anão bateu com a bengala em um servo da taverna.


- Traga oito frangos inteiros, cordeiro, carne de vaca, ensopado e cerveja ou vinho para todos, por minha conta! E faça rápido, moleque! - Bateu com a bengala no chão, foi o suficiente para o garoto correr, e o anão deixar duas moedas de prata correr por seus dedos para um grupo de bardos e cantores ali próximos.

- Cantem algo alegre! Cantem algo divertido! - O anão virou-se para todos os presentes. - Vamos, senhores, quais são seus nomes? Me chamo Fírgan, o meu companheiro aqui é Dorian, e meu cão é Ganido. E vocês como se chamam?
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Bronn
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Sab Jun 08, 2013 2:21 pm

Bronn ficou surpreso ao ver um anão. Ao princípio, não o distinguiu de uma pessoa baixa, até que o mesmo anunciasse o contrário. Da terra de onde vinha, anões eram apenas lendas. No entanto, não aparentou surpresa, e sim desdém quando o ancião o ameaçou. Antes mesmo que pudesse responder, Anir falou por ambos, o que resultou em apenas alguns risos, que foram reforçados pelos comentários de Fírgan. Apesar do convite do mesmo, Bronn se dirigiu ao balcão para pegar seu copo, antes de se juntar ao festin. Là, enquanto esvaziava a caneca, ouvia o convite de Anir. O mercenário sorria e dizia:

(Bronn)
- E servir você? Até parece!

O mercenário ri de seu próprio comentário e, quando está prestes a voltar para a companhia de Fírgan, nota, de modo bem singelo, o olhar de Gherant. No entanto, não aparenta preocupação e se dirige ao anão. Ao chegar lá, bate seu copo ao de Fírgan, ao de Anir, e começa a beber. No entanto, não tenta iniciar uma conversa, pois tem certeza de que alguém fará isso por ele.
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Anir
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   Dom Jun 09, 2013 10:13 am

*Sorrio. Aponto para Bronn*

- Acredito sim que poderá ser muito útil em minha tropa, e, acima de tudo, acredito que lutará bravamente ao ver os tesouros que o aguardam.

*Aponto para o velho anão.*

- Me chamo Anir, porque está nessa terra? O que tem a fazer aqui?

*Observo toda a taverna. Pelo menos tinha arrumado companhia para passar mais um pouco do tempo.*
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MensagemAssunto: Re: Cidade de Londres   

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